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{News} Eu li notícias literárias da semana

Vencedor do Pulitzer, romance “O Pintassilgo”, chega ao Brasil. Fonte: Folha de S. Paulo. 

.. de dez em dez anos, a escritora, 50, publica um romance que faz sensação entre críticos literários e leitores de diversos países. Continue lendo

‘Vivemos a era de ouro da ficção de crime’, diz Harlan Coben

Autor americano atraiu centenas de fãs para a Bienal do Livro de São Paulo. Fonte: O Globo. Continue lendo

Caricaturas literárias

Caricatures – Literature” é um painel do Pinterest que compartilha pins de caricaturas de escritores. Separamos algumas das nossas preferidas. Fonte: Blog da LP&M. Continue lendo

No ano do centenário, Julio Cortázar é celebrado por obra inovadora e engajamento político

Morto há 30 anos, escritor argentino foi um dos grandes nomes da literatura latino-americana. Fonte: O Globo. Continue lendo

Com 150 mil títulos, Amazon começa a vender livros físicos no Brasil. Fonte: Blog da LP&MContinue lendo

Artigo: A Amazon é aliada ou algoz dos editores?

Comparei preços oferecidos por oito lojas virtuais. E não era a Amazon quem oferecia os maiores descontos. Fonte: O Globo. Continue lendo

O “outro” Roth

Há 120 anos, num dia 2 de setembro, nascia Joseph Roth, um dos maiorais da literatura de língua alemã. A reputação literária é um cassino. Roth, que elegeu para se expressar — como Kafka, como Nabokov, como Beckett — num idioma que não era, no seu caso, o iídiche falado em casa, sofreu ao longo do último século as oscilações da bolsa literária. Fez sucesso em vida, como prosador e jornalista estrelado da imprensa alemã, e depois ficou um tempo meio esquecido, um camafeu dos velhos tempos da valsa e dos cafés vienenses. Autores como Claudio Magris (que escreveu um ensaio incontornável sobre ele) ajudaram numa certa reabilitação. Hoje Roth figura, ao lado de uns poucos, como um dos mestres da modernidade. Está no seu lugar, enfim. Fonte: Blog da Companhia das Letras. Continue lendo

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{Eu li} O Morro Dos Ventos Uivantes – Emily Brontë

o morro dos ventos uivantesSinopse: Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. “Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff”, diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos. (skoob)

Esse livro ganhei de presente da minha amiga linda, Camille Velloso, ela achou que eu ia gostar e acertou em cheio. Esse com certeza é um livro que desperta várias emoções conflitantes. O número de leitores no skoob é bem grande 59328, fora o de que estão lendo. Ao mesmo tempo que é uma história de amor,é também uma história de tormento e vingança. Os personagens chegam a loucura  em vários momentos, motivados pelo amor, orgulho e inveja.

Tudo começa quando o Sr. Lockwood aluga a Thrush Cross Grange, do Sr. Heathcliff. Ao conhecer sem ser convidado a casa do senhorio no “Morros dos Ventos Uivantes“, percebe uma situação muito estranha no ar, entre os seus habitantes. Heathcliff, sua cunhada e um jovem moram juntos e, aparentam, se hostilizar amargamente. Ao conversar com a governanta ele vai ficar sabendo como essa situação se formou. Assim, a história toda é contada em vários flashbacks, quando a governanta se senta para conversar com Lockwood.

Mas a história vai bem além de um drama familiar, até que ponto ser louco de amor por alguém deixa de ser uma expressão e pode fazer mal? O amor de Chaterine e Heathcliff, nasceu com poucas chances de ir em frente por questões sociais da época, e escolhas da própria Cathy. Mas nessa caso a degradação causada por isso não tem fim, a infelicidade deles se torna a infelicidade de todos que o cercam. A autora mostra de forma brilhante o caráter dos personagens, expõe a ferida de cada um deles, suas fraquezas e defeitos. E como o amor nem sempre é bonito de se ver.

Outro ponto da história, é como estragar e mimar demais seus filhos, isso pode fazer com que eles achem que o mundo é deles, que as pessoas são deles e estão lá para fazer a sua vontade. Também temos o oposto, ao pisar e maltratar as crianças, perdemos o total controle do que isso pode fazer com o seu caráter, e a situação pode voltar para a própria pessoa que praticou o abuso no começo da história. Várias lições. Há também um forte recado sobre a superproteção, guardar segredos dos familiares para protegê-los do passado pode os deixar despreparados para o que vão enfrentar ao se depararem com essas histórias.

A autora: 

emily_bronteEmily Jane Brontë nasceu em Thornton, no dia 30 de julho de 1818 e faleceu em Haworth, vítima de tuberculose, em 19 de dezembro de 1848 com apenas 30 anos. Deixou um único romance, O Morro dos Ventos Uivantes, considerado um dos grandes clássicos da literatura mundial. Era a irmã mais velha das irmãs Carlotte, Emily e Anne Brontë que, ao lado do irmão Branwell, cresceram no remoto vilarejo rural de Haworth, em Yorkshire. O ambiente, segundo Charlote escreveu mais tarde ao recordar a infância, tinha poucos atrativos para as crianças: “Dependíamos totalmente de nós mesmos e uns dos outros, dos livros e do estudo para encontrar diversões e ocupações na vida. O estímulo mais elevado, bem como o prazer mais vivo, que conhecemos da infância em diante residia em nossos primeiros esforços na composição literária.”

Em 1847, quando O Morro dos Ventos Uivantes foi publicado, ainda vigorava a convenção segundo a qual os romances deviam servir para a formação e edificação moral dos leitores. Assim, a obra de Emily Brontë (que publicou sob o pseudônimo de Ellis Bell) foi recebida com certa desconfiança, pois ainda que muitos percebessem a força que emanava dessas páginas, a história parecia desenrolar-se em um incômodo universo desprovido de princípios morais, em que a linha entre o bem e o mal é difusa e as motivações dos personagens parecem, a um só tempo, compreensíveis e atrozes. Fonte: LP&M

Filmes

Pesquisando descobri que existem várias adaptações do livro para o cinema, a mais antiga de 1939 e a mais recente de 2012. Ainda não assisti nenhuma, mas vou assistir e depois escrevo sobre. Já assistiram, qual a melhor adaptação para vocês?

2012 Wuthering Heights:

2009 Wuthering Heights:

1998 Wuthering Heights – Orla Brady & Robert Cavanah

A de 1939 tem como assistir online nesse site: Cinema Clássico

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{News} Eu li notícias literárias da semana

Com fãs histéricos, Bienal de São Paulo tem filas quilométricas na entrada

Erro de comunicação chegou a levar pequena multidão para a porta do estande da Record, deixando livreiros no local tensos. Fonte: O Globo. Continue lendo

Cildo Meireles expõe em SP instalação exibida apenas na Bienal de Veneza

Com ‘Pling pling’, na galeria Luisa Strina, artista carioca propõe ao público uma ‘aventura poética’ Fonte: O Globo. Continue lendo

Bruxa cantora Celestina é estrela de novo conto de J.K. Rowling

A escritora britânica publicou mais um conto no site “Pottermore”. Fonte: Folha de S. Paulo. Continue lendo

Bolos literários para devoradores de livros
Bolos e livros podem combinar mais do que a gente imagina. Fonte: LP&M Blog. Continue lendo

Balzac: a volta ao Brasil mais de 20 anos depois
Esta é a primeira parte de uma série de posts sobre Balzac, autor genial e contraditório, cuja imaginação prodigiosa concebeu a Comédia Humana, um dos maiores monumentos da literatura mundial de todas a épocas. Fonte: LP&M Blog. Continue lendo

Jane Austen é um santo remédio
Logo após a I Guerra Mundial, a leitura de Jane Austen foi prescrita para os soldados ingleses em estado de choque. O assunto entrou em pauta quando a médica britânica Paula Byrne, autora do livro The Real Jane Austen: A Life in Small Things, disse em entrevista ao jornal inglês The Telegraph que as palavras de Austen foram capazes de dar uma segurança aos veteranos de guerra, oferecendo a eles um “grande conforto” em um “mundo louco”. Fonte: LP&M Blog. Continue lendo

Dilma oficializa transferência das políticas de livro e leitura para Brasília

RIO – A presidente Dilma Rousseff assinou um decreto que oficializa a transferência para Brasília das políticas de livro e leitura, que eram atribuição da Fundação Biblioteca Nacional, no Rio. Fonte: O Globo. Continue lendo 

Morte de Amy Winehouse e de outros astros aos 27 anos é tema de livro

Em ‘Amy e o clube dos 27’, o escritor britânico Howard Sounes busca pontos em comum e explicações para a morte prematura de seis superastros da música pop. Fonte: O Globo. Continue lendo

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{Tag} Jantar literário

Quarta é um bom dia para responder tags. E achei essa tag aqui que tem tudo a ver com a última resenha que fiz, é a tag jantar literário. Eu a vi no blog Livros e blablablá, segundo a autora a tag é original do canal NEHOMAS2 e quem traduziu foi o canal AndromedaG. A ideia é selecionar personagens para a sua lista de convidados. Leiam as escolhas e façam a de vocês também! Atenção não é totalmente livre de spoilers na minha justificativa dos personagens, mas nada demais também.

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Lista de convidados

1 – Um personagem que possa ou goste de cozinhar.

O Daniel do livro O Clube dos anjos, ele adora cozinhar e ceder sua cozinha para que outros cozinhem, só cuidado para sair desse jantar vivo. Fica a dica. (Resenha)

2 – Um personagem com dinheiro para bancar a festa.

Acho que o Mr. Grey de Cinquenta tons de cinza é o primeiro que me vem a mente, porque será? Só porque ele é rico, claro que é só por isso.

3 – Um personagem que pode causar uma cena.

Vou ter que escolher a misteriosa mulher de A Casa dos Budas Ditosos, ela iria começar a falar de sua vida sexual, e todos iam ficar abismados e ela daria um show. Ou então tentaria comer todos. (Resenha em breve)

4 – Um personagem que é super popular.

Robert Langdon, famoso professor de simbologia em Harvard, popular por todos os mistérios que já se envolveu nos livros do Dan Brown (Anjos e Demônios, O Código da Vinci, O Símbolo Perdido e Inferno). Inteligentíssimo, com certeza deixaria todos bem entretidos em um papo cabeça ou descobriria um novo mistério desvendando os símbolos da toalha da mesa.

5 – Um personagem que é engraçado/divertido.

Miles Halter de Quem é você, Alasca? é divertido, e com o seu gosto por célebres últimas palavra daria um tom engraçado as conversas durante o jantar. (Resenha)

6 – Um vilão/vilã.

Tenho lido livros que os vilões são meio camuflados ou não são vilões em todos os sentidos, então resgataria das antigas, o Voldemort de Harry Potter. Ele não é uma companhia agradável, nem mesmo em jantares, mas cercado de gente bacana e sem os poderes talvez ele aprendesse algumas coisinhas.

7 – Um casal – não precisa ser romântico.

Acho que chamaria a Elisabeth e o Mr. Darcy, de Orgulho e Preconceito, eles poderiam me contar como seguiram a vida depois do casamento. E eu aproveitaria para matar a saudade deles. (Jane Austen)

8 – Um herói/heroína.

Minha heroína favorita, não é um personagem fictício, ela existe no livro e na vida real: Malala Yousafai. Você já deve ter ouvido falar sobre ela né? Ela merecia estar presente com esses personagens tão queridos. (Resenha)

9 – Um personagem subestimado.

A. J. Fikry de A vida do livreiro A. J. Fikry, no começo do livro ele é um livreiro que viveu uma tragédia em sua vida, e a maioria das pessoas da cidade não dão muito por ele, e no começo acham que ele vai falhar no grande desafio que é proposto a ele. (Resenha)

10 -Um personagem de sua própria escolha.

Nossa que difícil, pensei em vários, mas acho que escolheria a Jacquetta Rivers, de A senhora dos Rios, uma mulher elegante, que entende tudo de etiqueta porque frequentou a corte inglesa. Além de ser uma mulher muito inteligente, que sabe como se comportar e o que deve fazer em todo tipo de situação. (Resenha)

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O Clube dos Anjos – Coleção Plenos Pecados: Gula – Luis Fernando Verissimo

SinoO_CLUBE_DOS_ANJOS_1332649607Ppse: Dez amigos reúnem-se desde a adolescência em jantares mensais. São 21 anos em nome dos prazeres da mesa, bebendo e comendo bem. Um certo dia, no entanto, surge um novo cozinheiro com receitas incomparáveis, dando à história nuances de suspense. Um júri formado por profissionais de bibliotecas de Nova York colocou este livro de Veríssimo na lista dos 25 melhores livros da Literatura Mundial.

Essa história é bem surpreendente, faz parte de uma coleção em que cada livro é sobre um pecado (ver lista no final do post), eu ainda não li os outros, mas esse do Veríssimo é fantástico. Gostei muito. É um livro engraçado de se ler, mas que também gera reflexão. Até onde você chegaria para realizar seus desejos mais profundos? Qual o limite desse apetite? Até onde vai a sanidade e a autopreservação quando se trata desses apetites? Aqui temos a celebração da Gula.

Não é todo dia que se quer ver um pastoso Van Gogh ou ouvir uma crocante fuga de Bach, ou mar uma suculenta mulher, mas todos os dias se quer comer, a fome é o desejo reincidente, é o único desejo reincidente, pois a visão acaba, a audição caba, o sexo acaba, o poder acaba, mas a fome continua, e se um fastio de Ravel é para sempre um fastio de pastel não dura um dia.

 A história é bem interessante, o grupo de amigos descobre nesse novo cozinheiro seu maior prazer e perdição. Mas porque há esse interesse do cozinheiro em apresentá-los tão boa comida e depois acabar com eles. Esse agridoce mistério conduz o leitor, entretido até o final. O livro é curtinho, lembra um grande conto.

 O crime inventado é pior do que o crime real. Porque se o crime real pode ser acidental, ou fruto de uma paixão momentânea, não há notícia de que um crime fictício que não tenha sido premeditado.

 O narrador é Daniel, um dos amigos, que diz estar contando a história para não esquecer e é muito preocupado em deixar claro de que tudo não é uma mera ficção. E que chega ao fim do livro sem parar de falar e mostrando até mesmo outros pecados. A narrativa é bem fluída misturando o passado com alguns devaneio de Daniel. O meu pocket tem 142 páginas, ou seja, é um livro que você pode devorar em um dia. Uma refeição rápida, mas saborosa.

O autor

luisfernandoverissimoLuis Fernando Verissimo é um dos mais respeitados cronistas brasileiros, autor de best-sellers inesquecíveis, como Comédias da Vida Privada e Clube dos Anjos, da coleção Plenos Pecados. Filho de Érico Veríssimo, um dos maiores nomes da literatura nacional, Luis Fernando Verissimo nasceu em Porto Alegre, em 26 de setembro de 1936. Aos 16 anos, foi morar nos EUA, onde aprendeu a tocar saxofone, hábito que cultiva até hoje, tem um grupo, o Jazz 6. É jornalista, mas do tempo em que não precisava de diploma para exercer a profissão. Antes de se dedicar exclusivamente à literatura, trabalhou como revisor no jornal gaúcho Zero Hora, em fins de 1966, e atuou como tradutor, no Rio de Janeiro. Casado há mais de 30 anos com Lúcia Verissimo, sua primeira namorada séria, tem três filhos: Fernanda, Mariana e Pedro. Fonte

Os outros títulos da coleção:

Mal Secreto – Zuenir Ventura
Coleção Plenos Pecados: Inveja

A Casa dos Budas Ditosos – João Ubaldo
Coleção Plenos Pecados: Luxúria

Canoas e Marolas – João Gilberto Noll
Coleção Plenos Pecados: Preguiça

Xadrez, Truco e Outras Guerras – José Roberto Torero
Coleção Plenos Pecados: Ira

O Vôo da Rainha – Tomás Eloy Martínez
Coleção Plenos Pecados: Soberba

Terapia  – Ariel Dorfman
Coleção Plenos Pecados: Avareza

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