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[Tag] Redes sociais

Hoje é dia de tag, mais precisamente da tag redes sociais. Ela foi criada pelo canal Faultdevices, é muito popular na blogosfera. Você escolhe um livro para cada rede social de acordo com as características. E eu resolvi incluir uma que não vi nas outras listas o Skoob, rede social dos livreiros, que não poderia ficar fora dessa.

tag redes sociais 2

tr1Twitter: Um livro que você quer compartilhar com todo mundo

Esse livro, A coisa terrível que aconteceu com Barnaby Brocket é do John Boyne, traz valores muito importantes, é para todas as idades ( resenha). Sinopse: A família Brocket tinha muito orgulho de ser perfeitamente normal. Alistair, Eleanor e seus dois filhos moravam numa casa normal, num bairro normal, onde faziam coisas normais, sempre evitando que algo fora do comum pudesse acontecer. E assim levavam uma vida pacata e sem sobressaltos – até o dia em que Barnaby Brocket veio ao mundo. Bastou o caçula nascer para todos perceberem que ele era um pouco diferente: logo que se separou do corpo da mãe, o bebê foi parar no teto do hospital… Ele flutuava! E aquela incapacidade de ficar com os pés no chão, que no começo parecia apenas uma esquisitice de criança, com o tempo se transformou num verdadeiro problema para seus parentes. Afinal, como seria a reação dos vizinhos quando descobrissem essa peculiaridade do filho mais novo dos Brocket? Barnaby virou motivo de vergonha. E depois de longos oito anos, quando o caso parecia não ter mais solução, Alistair e Eleanor decidem dar um ponto final nesse sofrimento. O garoto é abandonado à sua própria sorte e começa a flutuar sem destino. Mas, assustado e surpreso com o que tinha acabado de acontecer, Barnaby mal sabia que esse era apenas o começo de uma viagem pelo mundo, em que conheceria lugares impressionantes e pessoas muito especiais – que, como ele, não eram tão normais assim.

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Facebook: Um livro do qual você gostou e foi recomendado por outra pessoa 

Não só recomendado, como dado de presente. Eu amei. Esse livro é uma clássico que ganhei da Camille, isso está virando uma tradição já nossas trocas de livros. Sinopse: O mercador de Veneza é uma das obras mais polêmicas de William Shakespeare (1564-1616). Escrita por volta de 1596, aborda o choque entre diferentes culturas, tema tão presente hoje como na Inglaterra do século XVI. Tradicionalmente classificada como comédia, apresenta elementos típicos do romantismo; um exemplo é a heroína da peça – Pórcia –, uma dama italiana à procura de um marido. A história tem lugar entre Veneza e a fictícia Belmonte e mostra o antagonismo entre Antônio – o mercador do título da obra, comerciante cristão de prestígio – e Shylock, um usurário judeu que leva o outro ao tribunal no intuito de cobrar uma dívida. Para criar este que é um dos seus mais populares personagens, Shakespeare se inspirou na peça O judeu de Malta, de seu contemporâneo Christopher Marlowe. Nesta obra fica clara a habilidade shakespeariana de colocar elementos altamente trágicos numa peça que termina em casamentos e reconciliações. Sem piedade, o dramaturgo manipula a opinião do público em meio a personagens tão dúbios quanto ardilosos, criando um dos seus melhores trabalhos.

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Tumblr: Um livro que você leu antes de fazer o blog e não resenhou

O Símbolo Perdido, é um dos meus livros favoritos do Dan Brown, li em 2010. Nele o personagem Robert Langdon desvenda segredos da maçonaria e se envlve em uma aventura arriscada e cheia de simbologia. Dan Brown usa a história e a simbologia para fazer livros com enredos muito inteligentes, vale muito a pena ler! Sinopse: Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

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Myspace: Um livro que você não tem a intenção de reler

Como comentei aqui na resenha, A Verdade sobre o caso Harry Quebert do Joël Dicker, não é um livro ruim, mas é cansativo para o leitor. Embora a ideia e a trama sejam bem interessantes (resenha). Sinopse: Aos vinte e oito anos Marcus Goldman viu sua vida se transformar radicalmente. Seu primeiro livro tornou-se um best-seller, ele virou uma celebridade e assinou um contrato milionário para um novo romance. E então foi acometido pela doença dos escritores. A poucos meses do prazo para a entrega do novo original, pressionado por seu editora e por seu agente, Marcus não consegue escrever nem uma linha. Na tentativa de superar seu bloqueio criativo, Marcus decide passar uns dias com seu mentor, Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país. É então que tudo muda. O corpo de uma jovem de quinze anos – desaparecida sem deixar rastros em 1975 – é encontrado enterrado no jardim de Harry, junto com o original do romance que o consagrou. Harry admite ter tido um caso com a garota e ter escrito o livro para ela, mas alega inocência no caso do assassinato.Com o intuito de ajudar Harry, Marcus começa uma investigação por contra própria. Uma teia de segredos emerge, mas a verdade só virá à tona depois de uma longa e complexa jornada.

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Instagram: Um livro com a capa bonita

 Eu amo a capa de A mulher do viajante do tempo da Audrey Niffeneger (resenha). É simples, mas é uma das minhas capas favoritas até hoje. E a história é igualmente linda e pura. Sinopse: Henry sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele se vê viajando no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida tanto no passado quanto no futuro. Causados por acontecimentos estressantes, os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação.

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Youtube: Um livro do qual você gostaria de ver uma adaptação para o cinema

Sepulcro da Kate Mosse merece uma adaptação para o cinema porque é uma história que merece um filme porque o cenário seria belíssimo e misturaria duas épocas. Além de ser cheio de enigmas e suspenses. Sinopse: Em Sepulcro, duas histórias paralelas estão separadas por mais de um século. Em outubro de 1891, a jovem Léonie Vernier e seu irmão Anatole saem apressadamente de Paris para o Domaine de la Cade, a imponente propriedade da família de sua mãe, próxima da cidadela medieval de Carcassonne. O rapaz corre risco de vida e divide um segredo com sua tia Isolde, que mora no local. Logo, Léonie também terá seu segredo guardado sob a copa das árvores das florestas escuras da região, dentro da sinistra câmara mortuária que ali se esconde desde tempos imemoriais. E cuja chave é um baralho de tarô muito particular, de poder inimaginável. Mais de cem anos depois, em outubro de 2007, a bordo de um trem recém-saído de Paris, Meredith Martin tem muito sobre o que refletir. O que a leva ao exclusivo Hotel Domaine de la Cade parece ser apenas a pesquisa de uma biografia do compositor Claude Debussy. Mas ela sabe que há mais: o desejo de descobrir as origens de sua família, que parecem remontar à misteriosa região. A velha partitura de piano amarelada e as fotos antigas que foram só o que sua mãe lhe deixou são a única chave de que dispõe. E as cartas, em que até então nunca acreditara. As encruzilhadas que ligam Léonie e Meredith são o grande mistério de Sepulcro. Os antigos enigmas que as cercam – se desvendados – podem levar a um grande tesouro, de serenidade e crescimento pessoal.

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Skype: Um livro com personagens com os quais você gostaria de conversar

Andei encantada com esse livro. A vida do livreiro A. J. Fikry da Gabrielle Zevin é cheia de personagens que amam ler e adoram falar dos livros que leram e do universo literário, e eu também amo então poderia conversar horas sem parar (resenha). Sinopse: “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island.

 

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Skoob: Um livro que você tem orgulho de ter na sua estante no skoob

Recentemente li Cem anos de solidão do Gabriel García Márquez e tenho orgulhinho de ter lido esse clássico tão importante para a literatura latina e mundial. Fora que ele é um gênio (resenha). Sinopse: “Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer a fábrica de gelo”…  Com essa frase antológica, García Marquéz, Prêmio Nobel de Literatura de 1982, introduz a fantástica Macondo, um vilarejo situado em algum recanto do imaginário caribenho, e a saga dos Buendia, cujo patriarca, Aureliano, fez trinta e duas guerras civis… e perdeu todas. García Marquéz já despontava como um dos mais importantes escritores latino-americanos, no início da década de 1970, quando Cem anos de solidão começou a ganhar público no Brasil. O livro causou enorme impacto. Na época, o continente estava pontilhado de ditaduras. Havia um sentimento geral de opressão e de impotência. Então, essa narrativa em tom quase mítico, em que o tempo perde o caminho, em que os episódios testemunhados e vividos acabam se incorporando às lendas populares, evoca nos leitores uma liberdade imemorial, que não pode ser arrebatada. E tão presente. Tão  familiar e necessária. Em Macondo, os mortos envelhecem à vista dos vivos e os anjos chegam, sempre, em dezembro. Entretanto, García Marquéz nunca aceitou que suas narrativas fossem rotuladas como fantasia. Talvez porque isso exilasse Macondo num outro mundo, que nem a solidão ou a liberdade pudessem alcançar. Cem anos de solidão é a mais pura história do povo latino-americano. Mas ultrapassa o momento e expõe a alma dessa história – ou como é vivenciada.

Então, gostou da tag? Sinta-se tageado! Não esqueça de comentar!

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Autor:

Estudante de Jornalismo na UFF, leitora voraz, que gosta muito de dividir com os amigos o que lê, o que gosta de ler e o que amou ler.

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