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{news} Eu li notícias literárias da semana

‘Alice no País das Maravilhas’, de Lewis Carroll, completa 150 anos encantando leitores e artistas
Repleta de jogos de palavras , obra-prima foi lida sob diferentes pontos de vista, das teses psicanalíticas às viagens psicodélicas. Fonte: O Globo. Continue lendo

Escritores criam petição online em apoio à Jornada de Passo Fundo
Evento foi cancelado por falta de patrocínio; entre os autores que já assinaram a carta estão Ignácio de Loyola Brandão, Milton Hatoum, Marcelino Freire e Frei Betto. Continue lendo

John Green, autor de ‘A Culpa é das Estrelas’, virá ao Brasil em julho
A viagem é para divulgar a estreia do filme ‘Cidades de Papel’, baseado em seu livro homônimo publicado originalmente em 2008; o ator Nat Wolff também virá. Fonte: Estadão. Continue lendo

Lei das Biografias está agora nas mãos do ex-jogador Romário
Os senadores Agripino Maia e Ronaldo Caiado conseguiram transferir o assunto da Comissão de Constituição e Justiça para a de Educação, Cultura e Esporte. Fonte: Estadão. Continue lendo

Biografia não autorizada do recluso compositor brasileiro é lançada
Obra foi escrita pelo jornalista Vitor Nuzzi; Vandré falou ao ‘Estado’ sobre o trabalho. Fonte: Estadão. Continue lendo

21 Acessórios perfeitos que todos os amantes de livros irão adorar.

Fonte: Tudo Interessante. Continue lendo

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{eu li} Queda de Gigantes – Ken Follet

quedadegigantesSinopse: O primeiro volume da trilogia “O Século”, do consagrado Ken Follett, começa no despertar do século XX, quando ventos de mudança ameaçam o frágil equilíbrio de forças existente – as potências da Europa estão prestes a entrar em guerra, os trabalhadores não aguentam mais ser explorados pela aristocracia e as mulheres clamam por seus direitos. Follett constrói sua trama entrelaçando as vidas de personagens fictícios e reais, como o rei Jorge V, o Kaiser Guilherme, o presidente Woodrow Wilson, o parlamentar Winston Churchill e os revolucionários Lênin e Trótski. O resultado é uma envolvente lição de história, contada da perspectiva das pessoas comuns, que lutaram nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, ajudaram a fazer a Revolução Russa e tornaram real o sonho do sufrágio feminino. Ao descrever a saga de famílias de diferentes origens, o autor apresenta os fatos sob os mais diversos pontos de vista.

 De volta com as resenhas, uma das razões da demora é o tamanho desse gigante, do Ken Follet. Nunca tinha lido nada do autor, gostei muito do livro, ele é um prato cheio para quem gosta de romances históricos. O livro traz personagens muito interessantes e de vários lados da Primeira Guerra, temos personagens da Tríplice Aliança e Entente. Alguns deles eram amigos ou mais que amigos antes da guerra e foram forçados a romper, outros em idade de entrar para o exército foram arrastados para o front.

Em Gales do Sul conhecemos os Williams uma família fantástica, o chefe de família é um dos líderes dos sindicatos dos mineradores, e que luta para que esses trabalhem com o mínimo de condições. Follet faz um retrato da situação de miséria e de exploração a que os mineradores passavam. As famílias se viam forçadas a mandar para o trabalho meninos de 12 anos. É o que acontece com Billy, que sobrevive a esse horror para ter um importante papel nessa história. Assim como sua irmã, Ethel, que é governanta na casa dos nobres locais e donos das terras onde sua família mora e trabalha, os aristocráticos Fitzherberts. Esses também vão ver o mundo a sua volta mudar bastante e influenciar muito na vida da família Williams.

Enquanto isso na Rússia, dois irmãos órfãos, Grigori e Lev Peshkov, possuem caráter bem diferentes. Eles são fruto de uma família que sofreu muito devido ao regime czarista,  a história dos dois ajuda a contar vários momentos da história que culminam na Revolução Russa. Também temos na história um romance interrompido pela guerra entre um alemão, Walter, diplomata, e a inglesa Lady Maud. E a história do americano Gus Dewar, o assessor do presidente Wilson. No livro vemos o governo dos Estados Unidos como aquele que trabalhou pela paz mas não conseguiu escapar da guerra.

Enquanto a ação se desloca entre Londres, São Petersburgo, Washington, Paris e Berlim, Queda de gigantes retrata um mundo em rápida transformação, que nunca mais será o mesmo. O século XX está apenas começando.

O livro ajuda a entender como a guerra não foi culpa exclusiva da Alemanha, como os países tentaram declarar quando ela acabou. Uma série de interesses políticos, rivalidades e a vontade dos ingleses de serem maiores de que todas as outras nações, são alguns dos motivos desencadeados pelo assassinato do Arqueduqui  Francisco Ferdinando, príncipe herdeiro do Império Austro-Húngaro, e de sua mulher, Sofia.

O crime aconteceu em 28 de junho de 1914. O autor dos disparos foi Gavrilo Princip, estudante sérvio-bósnio ligado a uma organização nacionalista. Um mês depois, em 28 de julho, o Império Austro-Húngaro declarou guerra à Sérvia, dando início ao confronto. Diante da declaração de guerra dos austríacos, os russos se mobilizam para ajudar os sérvios, seus “irmãos” eslavos dos Bálcãs. No dia 3 de agosto de 1914, a Alemanha, aliada dos austríacos, declara guerra à França. O exército alemão avança rumo à França. Por causa da política de alianças, em pouco tempo praticamente toda a Europa está envolvida no conflito. De um lado estavam os países da Tríplice Aliança (Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro) e, do outro, a Tríplice Entente (Reino Unido, França e Rússia). (entenda a primeira guerra mundial)

Apesar desse efeito cascata, Ken tenta mostrar no livro os bastidores da política, mostrando que os países tinham outras opções, mas a vontade exacerbada de ter mais poder político ou imagem de potência militar fez com que eles optassem pela guerra. E a guerra sempre será uma estupidez pois muito é gasto e o desperdício de vidas inocentes é enorme. Muitos pagaram nas trincheiras por escolhas de políticos e nobres. Em vários momentos temos o sentimento de revolta de soldados e esposas que não queriam a guerra. O autor também mostra a importância da opinião pública, conduzida para querer a guerra e depois para ter raiva dos alemães.

Ken Follet soube mesclar com maestria personagens reais com ficcionais, no final do livro ele explica que tentou ser fiel ao máximo aos fatos. Usando frases que realmente foram ditas pelas “reais”, mesmo que para outras pessoas ou em discurso e que não mudou a posição geográfica deles, respeitando viagens e compromissos políticos.

A parte que mais gostei foi a sobre a Revolução Russa, como o livro mostra que ela foi necessária e como alguns personagens fictícios foram envolvidos de forma muito coerente. E de, infelizmente, como o que começa com um propósito idônico, visando o melhor para a população pode degringolar, veremos mais disso na continuação do livro, Inverno do Mundo.

Outro ponto forte do livro é a busca por direitos das mulheres na Inglaterra, o afastamento dos homens para o fronte deu mais liberdade para as mulheres andarem sozinhas e forçou as famílias a aceitarem que as mulheres trabalhassem em jornadas iguais ao dos homens. A falta de homens nas fábricas forçou os empregadores a aceitarem mais mulheres. Elas por sua vez era forçadas a aceitar salários mais baixos para sustentar seus filhos, isso gerou um grande sentimento de revolta, aliado ao surgimento de líderes femininas, que exigiram o voto e melhores condições para as mulheres. A construção desse cenário é brilhante no livro.

A narrativa é bem intensa, em terceira pessoa, mesmo tratando de vários anos no livro é uma narrativa dinâmica, que fica variando o ponto de vista, mudando o cenário em que a história se passa. Em alguns momentos de batalha achei a história um pouco cansativa, mas importante para a geografia da guerra e sempre despertado em seguida por um acontecimento marcante.

As continuações são Inverno do Mundo, com pano de fundo a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial, e Eternidade da alma, com os fatos marcantes dos anos 60 a 80. E traz de volta as novas gerações das famílias conhecidas em Queda de Gigantes. Muito interessante, né?

O autor

Ken_FollettKen Follett irrompeu no cenário da literatura aos 27 anos com O buraco da agulha, thriller premiado que chegou ao topo das listas de mais vendidos em vários países. Depois de outros sucessos do gênero, surpreendeu a todos com Os pilares da terra, um romance sobre a construção de uma catedral na Idade Média que até hoje, mais de 20 anos após seu lançamento, continua encantando o público mundo afora.  O autor vive na Inglaterra com a mulher, Barbara.

 Seu mais novo livro é o  As espiãs do dia D, que se passa na Segunda Guerra.

Infográfico sobre a Primeira Guerra Mundial

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{news} Eu li notícias literárias da semana

Os melhores livros infantis e juvenis publicados no País em 2014
FNLIJ reconhece, anualmente, as melhores obras em 18 categorias. Fonte: Estadão. Continue lendo

O Húngaro Laszlo Krasznahorkai ganhou o Booker Prize International
Autor é conhecido pelas obras ‘Satantango’ e ‘The Melancholy of Resistance’. Fonte: Estadão. Continue lendo

Quatro africanos são finalistas do Man Booker Internationl, feito é inédito.

Mas apenas Alain Mabanckou é negro. Fonte: Folha de S.P. Continue lendo

Lançamento do livro infantil sobre Malala, com ilustrações lindas, Adriana Carranca trouxe para as crianças o livro reportagem. Fonte: Estadão. Continue lendo

Presença forte de cenas de sexo gera polêmica na literatura jovem e divide autores e educadores

Descrições com teor sexual aparecem em romances de todos os gêneros, da fantasia ao humor. Continue lendo

*aniversário. 6 curisidades sobre Arthur Conan Doyle. Fonte: literaturapolicial.com Continue lendo

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{tag} 10 começos

Eu vi uma matéria na Revista Bula sobre os 15 melhores começos da literatura, até divulguei, a partir daí resolvi fazer uma lista de dez começos muito bons de livros. Não necessariamente os melhores, porque eu teria que rever os começos tooodos para não ser injusta. Decidi chamar de tag 10 começos. Muita gente acredita que o começo de um livro tem que prender muito o leitor para ele continuar lendo. Assim, vou listar aqui alguns começos curiosos, emocionantes, que fazem a gente grudar… Não está na ordem do melhor, são apenas fragmentos pescados aqui e ali, da estante e do computador, o primeiro parágrafo de livros que li. Espero que você fique curioso com pelo menos um deles…

*Desculpem-me se andei sumida esses dias, estava ocupadíssima com o aniversário da minha irmã e estou lendo Queda dos Gigantes do Ken Follet, que é gigante mesmo, tô amando, já já a resenha chega.

Eu sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã

No dia em que nasci, as pessoas da nossa aldeia tiveram pena de minha mãe, e ninguém deu os parabéns a meu pai. Vim ao mundo durante a madrugada, quando a última estrela se apaga. Nós, pachtuns, resenha logoconsideramos esse um sinal auspicioso. Meu pai não tinha dinheiro para o hospital ou para uma parteira; então uma vizinha ajudou minha mãe. O primeiro bebê de meus pais foi natimorto, mas eu vim ao mundo chorando e dando pontapés. Nasci menina num lugar onde rifles são disparados em comemoração a um filho, ao passo que as filhas são escondidas atrás de cortinas, sendo seu papel na vida apenas fazer comida e procriar. Veja o primeiro capítulo. Também existe a versão juvenil do livro.

A confissão da leoa – Mia Couto

Deus já foi mulher. Antes de se exilar para longe da sua criação e quando ainda não se chamava Nungu, o atual Senhor do Universo parecia -se com todas as mães deste mundo. Nesse outro tempo, falávamos a mesma língua dosresenha logo mares, da terra e dos céus. O meu avô diz que esse reinado há muito que morreu. Mas resta, algures dentro de nós, memória dessa época longínqua. Sobrevivem ilusões e certezas que, na nossa aldeia de Kulumani, são passadas de geração em geração. Todos sabemos, por exemplo, que o céu ainda não está acabado. São as mulheres que, desde há milénios, vão tecendo esse infinito véu. Quando os seus ventres se arredondam, uma porção e céu fica acrescentada. Ao inverso, quando perdem um filho, esse pedaço de firmamento volta a definhar. Veja o primeiro capítulo.

Crônica de uma morte anunciada – Gabriel Garcia Márquez

No dia em que o matariam, Santiago Nasar levantou-se às 5h30 para esperar o navio em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava um bosque de grandes figueiras onde caia uma chuva branda, e por um instante foi feliz no sonho, mas quando acordou sentiu-se completamente salpicado de cagada de pássaros. “Sempre sonhava com árvore”, disse-me sua mãe 27 anos depois, evocando os pormenores daquela segunda-feira ingrata. Livro em pdf.

A coisa terrível que aconteceu com Barnaby Brocket – John Boyne

Esta é a história de Barnaby Brocket. E para entender Barnaby, primeiro você precisa entender os pais dele: duasresenha logo pessoas queque tinham tanto medo de gente diferente que acabaram fazendo uma coisa terrível, com consequências aterradoras para todos que amavam. Veja um trecho.

A menina que roubava livros – Markus Zusak

Primeiro as cores.
Depois, os humanos.
Em geral, é assim que vejo as coisas.
Ou pelo menos, é o que tento.

– Eis um pequeno fato – Você vai morrer.

O silêncio das montanhas – Khaled Hosseini

ENTÃO, É ISSO. VOCÊS QUEREM uma história, e eu vou contar uma. Mas somente uma. Nem pensem em pedirresenha logo mais. É tarde e temos um longo dia de viagem pela frente, Pari, você e eu. Você precisa de uma boa noite de sono. E você também Abdulllah. Estou contando com você, garoto, enquanto sua irmã e eu estivermos fora. E sua mãe também. Bem. Uma história então. Escutem, vocês dois, escutem com atenção. E não me interrompam.

NÃO HÁ SILÊNCIO QUE NÃO TERMINE – Meus anos de cativeiro na selva colombiana
Ingrid Betancourt

Tomei a decisão de fugir. Era minha quarta tentativa, mas depois da última vez as condições de detenção tinham se tornado ainda mais terríveis. Eles haviam nos instalado numa jaula construída com tábuas de madeira e folhas de  zinco à guisa de telhado. O verão estava chegando, fazia mais de um mês que não tínhamos tempestades à noite. Ora, uma tempestade era indispensável para nós. Eu localizara uma tábua meio podre num canto de nosso cubículo. Empurrando-a fortemente com o pé, consegui rachá-la o suficiente para criar uma abertura. Fiz isso numa tarde, depois do almoço, enquanto o guarda cochilava em pé, equilibrado sobre seu fuzil. O barulho o assustou. Ele se aproximou, nervoso, e deu a volta na jaula devagar, como um animal selvagem. Eu o acompanhava pelas fendas que separavam as tábuas, prendendo a respiração. Ele não conseguia me ver. Parou duas vezes, chegando a grudar o olho num buraco, e por um instante nossos olhares se cruzaram. Deu um pulo para trás, assustado. Depois, para disfarçar, plantou-se bem na entrada da jaula; estava indo à forra, pois não tirava mais os olhos de mim. Veja o primeiro capítulo completo.

Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios – Marçal Aquino

Não adianta explicar. Você não vai entender. Às vezes, como num sonho, vejo o dia da minha morte. É uma coisa meio espírita, um flash. E, embora a mulher não apareça, sei que é por causa dela que estão me matando. E tenho tempo de saber que não me deixa infeliz o desfecho da nossa história. Terá valido a pena. Comentário

Meu nome é vermelho – Orhan Pamuk

Agora, sou meu cadáver, um morto no fundo de um poço. Faz tempo que dei o último suspiro, faz tempo que meuresenha logo coração parou de bater mas, salvo o canalha que me matou, ninguém sabe o que aconteceu comigo. Esse crápula desprezível, para certificar-se de que tinha mesmo dado cabo de mim, observou minha respiração, espreitou minhas derradeiras palpitações, depois deu-me um chute nas costelas, arrastou-me até um poço, passou-me por cima da mureta e precipitou-me fosso abaixo. Minha cabeça, já rachada a pedra, esfacelou-se na queda; meu rosto, minha testa, minhas faces se estraçalharam; moeram-se meus ossos, minha boca encheu-se de sangue. Veja o primeiro capítulo completo.

O livro de areia – Jorge Luis Borges

*É um livro de conto, então escolhi o primeiro parágrafo do primeiro conto: O outro.

O fato aconteceu no mês de fevereiro de 1969, ao norte de Boston, em Cambridge. Não o escrevi de imediato porque meu primeiro propósito era esquecê-lo, para não perder a razão. Agora, em 972, penso que, se o escrever, os outros o leram como um conto e , com os anos, talvez o seja para mim.

Então ficou curioso com algum? Não esquece de me contar nos comentários um começo de livro que você amou!

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{news} Eu li notícias literárias da semana

Roberto Saviano é um dos destaques da Flip de 2015 veja programação completa.

A Feira Literária Internacional de Paraty acontecerá de 1 a 5 de julho. Fonte: Estadão. Continue lendo

Laurentino Gomes prepara série de três livros sobre escravidão

Autor espera lançar primeiro volume em 2019. Fonte: O Globo. Continue lendo

Polícia colombiana recupera raro exemplar de ‘Cem anos de solidão’ roubado na semana passada

Autografado por Gabriel García Marquez, livro tem ‘preço inestimável’, segundo o dono. Fonte: O Globo. Continue lendo

Depois de escrever livro com o detetive Poirot, Sophie Hannah vai lançar romance na Flip

Autora inglesa assinou publicação baseada em textos de Agatha Christie. Fonte: O Globo. Continue lendo

Feliz ano noventa, Rubem Fonseca

Cheio de disposição, autor lança nova coletânea de contos que atualiza seu universo e ganhará homenagem de amigos. Fonte: O Globo. Continue lendo

Os 15 melhores começos de livros da literatura universal. Fonte: Revista Bula. Continue lendo

Steven Spielberg vai adaptar o clássico literário Admirável Mundo Novo

Obra de Aldous Huxley foi considerada a quinta maior em língua inglesa do século XX. Fonte: Adoro Cinema. Continue lendo

Acordo ortográfico passa a ser obrigatório em Portugal

No Brasil, país que, tal como Portugal, estabeleceu uma moratória para a aplicação plena, o Acordo Ortográfico entra em prática em Janeiro de 2016. Fonte: Económico. Continue lendo