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{news} Eu li notícias literárias da semana

Harry Potter: versão brasileira de novo livro já tem data de lançamento
Baseada em peça, publicação será lançada em 31 de outubro. Fonte: O Globo. Continue lendo

Top 10: Os melhores trailers da Comic-Con 2016
Foram quatro dias intensos, recheados de notícias surpreendentes. Séries que vão chegar ao fim, novos filmes que estão cada vez mais perto de serem lançados e, é claro, os icônicos cosplayers. Mas o nosso material favorito que sai da Comic-Con Internacional de San Diego são os trailers. Por isso, o AdoroCinema selecionou os dez trailers que mais deixaram a redação empolgada. Será que você concorda com a nossa lista? Fonte: AdoroCinema. Confira

Mais enxuta e mais cara, Bienal do Livro de SP anuncia programação
Entre autores convidados, está a irlandesa Marian Keyes, de ‘Melancia’. Fonte: O Globo. Continue lendo

Bienal do Livro 2016 vai distribuir senhas para autógrafos pelo site para evitar tumulto
Feira será realizada entre os dias 26 de agosto e 4 de setembro em São Paulo e contará com o reforço da Guarda Civil Metropolitana dentro do Anhembi. Fonte: Estadão. Continue lendo

Quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá vencem prêmio internacional
Irmãos levaram o Eisner novamente com uma adaptação de Milton Hatoum. Fonte: O Globo. Continue lendo

J. M. Coetzee pode ganhar o Man Booker Prize pela terceira vez
Autor sul-africano está na lista de semi-finalistas do prestigiado prêmio literário, divulgada nesta quarta-feira, 27. Fonte: Estadão. Continue lendo

George Orwell explica 1984
1984 é um dos romances mais influentes do século XX. Lançada poucos meses antes da morte de George Orwell, é uma obra magistral que ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário. Em 1944, três anos antes de escrever 1984 e cinco antes de sua publicação, George Orwell encaminhou a um certo Noel Willmett uma carta em que detalhava a tese de seu grande romance. A seguir, leia esta carta publicada no site Open Culture e conheça mais sobre o que pensava o autor de um dos clássicos modernos mais importantes da literatura mundial. Fonte: Blog da Companhia. Continue lendo

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{euLi} Memórias de Sherlock Holmes -Arthur Conan Doyle #Sherlock4

SHERLOCK_HOLMES_1440118358520960SK1440118358BA leitura desse livro voo! Eu comentei que sou mais devagar para ler um livro de contos do que romances, mas foi só falar que devorei o Memórias de Sherlock Holmes. Esse foi o quarto livro escrito por Arthur Conan Doyle em 1894. E é o primeiro do segundo volume do box que estou lendo, o segundo é O cão dos Baskerville que falaremos em breve. Se você não viu os posts anteriores, dê uma passada e conheça o início das histórias do detetive com os livros Um estudo em vermelho, O signo dos quatro e As aventuras de Sherlock Holmes. Até porque vou tentar não me repetir muito sobre características do personagem e  da obra já apresentadas anteriormente. Se você prefere ver a resenha em vídeo clique aqui ou assista no final desse post.

Gostei bem mais desses contos que dos anteriores. Achei os casos mais interessantes. E também há casos que contam como Sherlock começou com o trabalho de detetive, momentos em que ele narra para Watson o início da sua carreira com os contos Gloria Scott e Ritual Musgrave. Também ficamos conhecendo Mycroft, irmão de Sherlock, no conto O intérprete grego. Os dois Holmes juntos são impressionantes na dedução, Sherlock chega a achar o irmão mais velho melhor do que ele nesse quesito. Mas lhe falta ação para conseguir provas. E o caso em si é muito bom.

Continuamos também há conhecer mais da amizade entre Sherlock e Watson. E o que no começo parecia ser “só flores” se mostra não tão tranquilo devido a bagunça que Sherlock deixa pela casa.

O trabalho irregular no Afeganistão, além de uma natural tendência à boêmia, fez com que eu ficasse mais negligente do que convém a um médico. Mas eu tenho um limite. Quando encontro alguém que guarda os charutos no balde de carvão, o tabaco enfiado num chinelo persa e a correspondência não respondida ainda não respondida presa com um punhal no meio do consoo da lareira, começo a me considerar um verdadeiro santo.

Sherlock também tem a oportunidade de mostrar vários artifícios para desvendar seus casos nesse conto e eu gostei bastante de Os senhores de Reigate por isso. Outra coisa que eu não poderia deixar de falar nesse post é sobre o famoso conto O problema final que apresenta o grande rival de Holmes, alguém que ele de fato temeu: o professor Moriarty. De cara no conto Holmes conta a Watson como ele tem perseguido aquele que ele acredita ser o maior dos vilões e líder de uma terrível quadrilha. Eu esperava mais desse conto, queria que tivesse mostrado situações anteriores que Holmes relata brevemente, mas história já começa com Holmes com o caso resolvido e tendo que se esconder do vilão para não acabar morto. É a primeira vez que vemos Sherlock com medo e tão excitado ao mesmo tempo. “Se uma narrativa detalhada desta luta silenciosa fosse escrita, estaria entre os duelos mais brilhantes da história policial.” E era isso que eu queria ler, mas como Watson que costuma nos contar as coisas e ele não esteve envolvido, não sei se terei um flash back disso nas histórias que ainda faltam.

Ele é o Napoleão do crime, Watson. É o organizador de metade do que há de maligno e de quase tudo que passa despercebido nesta grande cidade. É um gênio, um filósofo, um pensador abstrato. Sua inteligência é excepcional. Fica imóvel como uma aranha no centro da teia, mas a teia tem milhares de ramificações, das quais ele conhece cada tremor. Ele mesmo pouco faz. Apenas planeja.

Se você não sabe nada do que acontece entre Holmes e Moriarty, nunca viu filme ou série e quer zero spoiler sobre como termina esse livro de contos pule o próximo parágrafo. Se não, pode continuar, até porque acho que não tem nada demais saber disso, eu já fazia ideia e não me atrapalhou em nada.

Esse conto ficou famoso porque poderia ter sido a última aparição de Sherlock. Watson já o começa assim: “É com o coração pesado que pego a pena para escrever as últimas páginas onde registrarei os talentos especiais que distinguiam meu amigo, o sr. Sherlock Holmes”. Distinguiam? Isso mesmo, Arthur Conan Doyle deu um fim trágico ao seu personagem, que não vou descrever aqui. Mas o interessante é que os fãs na época ficaram revoltados e o autor acabou revertendo esse final no conto A casa amarela, 8 anos depois. Ainda não li, é a minha próxima leitura. Mas como ninguém vê Sherlock morrendo de fato, acho que isso transcorreu sem problemas, se é que já não era a intenção do autor. Antes desse conto ele lançou o romance O cão dos Baskerville, mas é uma história que se passa antes da tragédia. Então que acompanhava a história ficou muito tempo se lamentando. Imagino a cara dos leitores quando o romance saiu sem dar continuidade ao fato. Eu também teria ficado indignada, até porque o autor não desenvolveu muito o Sherlock X Moriarty aponto de satisfazer. Em um conto só, poucas páginas, apresenta o vilão e dá fim ao herói. Não pode né?

Nesse livro estão os contos Silver Blaze, O rosto amarelo, O corretor, Gloria Scott, O Ritual Musgrave, Os senhores de Reigate, O aleijado, O paciente interno, O intérprete grego, O tratado naval e O problema final.

Gostou do post? Já leu esses contos? Não deixe de comentar.

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{euLi} Cicatrizes na parede – Esdras Pereira

CICATRIZES_DA_PAREDE_1467322458594247SK1467322458BSinopse: A rica narrativa de Cicatrizes na Parede se inicia com Enitan, um orgulhoso guerreiro yorubá, sequestrado com a sua família em 1830 nas savanas africanas, vendido como mercadoria no porto de Biafra e embarcado em um navio negreiro para cumprir a sua sina de escravo reprodutor em uma enorme senzala no Brasil, semeando de negros, pardos, mulatos e cafusos os vastos canaviais dos Campos dos Goytacazes, fertilizados com o sofrimento e o suor dos negros escravizados.
Uma saga que se desenrola em condições brutais, baseada em pesquisas históricas, fatos reais ficcionados e fatos fictícios que traduzem a dura realidade do preconceito de cor e social até os tempos atuais, mostrando a trajetória dos negros em um caleidoscópio de personagens fortes e passagens marcantes, que levam o leitor a passear como privilegiado voyeur pelos bastidores dos solares, das senzalas, dos prostíbulos, do cárcere, do homossexualismo, da prostituição, da violência, das drogas e da aids, até os elegantes salões da sociedade campista, espelho de um Brasil colonizado com o trabalho e o sacrifício alheio.

Você também pode assistir a resenha em vídeo no final da página ou clicando aqui.

Oi pessoal, esse livro é ótimo, duro e violento, mas bom. Tem que estar preparado para ler. Eu não esperava tanto quando comecei. Recebi esse livro do autor Esdras Pereira e de cara fiquei boba com a beleza da capa e das ilustrações de João de Oliveira. Eu achei a princípio que a história fosse focar mais na escravidão, mas é um livro em que o tempo voa e somos arrastados por vários períodos históricos com o foco nas pessoas marginalizadas. As passagens são bem fieis a cada época. A única coisa que não gostei muito é que há um padrão de destino para os personagens e pra alguns eu fiquei torcendo para que houvesse alguma esperança, mas isso não acontece. A trama é muito rica em personagens e apresenta histórias que poderiam ser verídicas.

No começo o livro conta a história de Enitan e sua família (esposa, um filho e duas filhas). Ao voltar para casa depois de caçar ele se depara com a cena terrível: sua família escravizada por outra tribo e pronta para ser levada. Ele se rende com medo de causar a morte de todos eles. O destino foi cruel com os escravos e com esses não é diferente.

Depois conhecemos uma família já bem diferente, composta por duas senhoras que vivem em um casarão da época da escravidão, só que já decadente, que criam uma jovem mulata que ajuda em tudo e também vivem com uma empregada negra como se fosse da família. Então a trama gira mais em torno de Sueli, a jovem que desperta o desejo em todos os homens que a veem. Sem muitas perspectivas, ela vai aprender a tirar proveito de sua beleza para conseguir uma ascensão. Mas há muitas pessoas ruins no seu caminho também.

Por último com outro salto, já nos anos 80, ficamos conhecendo Nenel, filho de Sueli, um garoto inteligente, que herdou a beleza da mãe e a “potência” do pai, e se descobre homossexual. Ele vive a vida encarando vários preconceitos por sua cor e por ser gay. Mas isso não o impede de seguir tentando e trabalhando. Mas a proximidade com outros personagens perigosos acabam trazendo muitos percalços para a vida dele. É difícil para ele viver alheio aos problemas que acontecem a sua volta.

A narrativa é bem fluida, mas a história pesada. O autor usa muitas palavras rudes e alguns leitores podem não gostar tanto por isso. Há também muitas cenas de sexo. E em algumas eu achei que o estupro foi um pouco banalizado, pelo personagem acabar atraído pelo atacante. Fiquei um pouco incomodada. Mas os sentimentos dos personagens são muito claros, e nota-se que não é a intenção do autor. Indico o livro, com certeza, principalmente, para quem gosta de romances históricos com os dois pés na realidade.

Onde encontrar:
Ebook na amazon.
Loja da Editora.

O que achou? Comente! Volte sempre 🙂

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{news} Eu li notícias literárias da semana

Morre Sergio Machado, presidente do grupo editorial Record, aos 68 anos
Funcionário desde 1972, ele assumiu o comando da empresa após a morte do pai.  Fonte: O Globo. Continue falando

8 detetives e seus melhores amigos. Fonte: literarurapolicial.com. Continue lendo

Último filme da série Divergente não será exibido nos cinemas e vai lançar série derivada
Lionsgate anunciou que A Série Divergente: Ascendente vai estrear como telefilme, mas pretende produzir uma série no mesmo universo. Fonte: AdoroCinema. Continue lendo

Amor e Amizade | Adaptação de romance de Jane Austen tem data de estreia
Os livros da autora Jane Austen foram adaptados para o cinema diversas vezes ao longo dos anos, onde receberam as visões de diretores consagrados como Ang Lee em Razão e Sensibilidade, com Emma Thompson, Alan Rickman e Kate Winslet no elenco, e Joe Wright em Orgulho e Preconceito, estrelando Keira Knightley, Rosamund Pike e Judi Dench. Em um ano que trouxe o duvidoso Orgulho e Preconceito e Zumbis, em agosto os(as) adoradores(as) da escrita sagaz de Austen poderão conferir mais uma obra que promete o melhor do estilo da autora em meio ao luxo inglês do final do século XVIII. Fonte: Plano Extra. Continue lendo

Venda de livros fecha em queda no primeiro semestre de 2016
Crise econômica e falta de novo fenômeno, como os livros de colorir, puxam resultado para baixo. Fonte: O Globo. Continue falando

O que William Shakespeare é capaz de nos dizer hoje
Amantes da obra do Bardo respondem à pergunta no livro ‘O mundo é um palco’. Fonte: O Globo. Continue falando

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{euLi} As aventuras de Sherlok Holmes – Arthur Conan Doyle #Sherlock3

SHERLOCK_HOLMES_1440117798520956SK1440117798BChegou a hora, finalmente, de falar sobre o livo de contos As aventuras de Sherlock Holmes. Como já comentei aqui, eu estou lendo a obra completa no box Sherlock Holmes. E no primeiro volume esse é o terceiro e último livro. Já conversamos aqui sobre Um estudo em vermelho e O sinal dos quatro, que são romances, e agora vamos falar sobre o primeiro de contos publicado em 1892. Eu demoro um pouco mais para ler livros de contos do que romances e por isso estou atrasada com esse post.

O livro As aventuras de Sherlcok Holmes é excelente para você conhecer mais o personagem e ver como ele trabalha em situações diferentes. São 12 contos. Nele temos não só os êxitos mas também alguns casos que não saem como o planejado. E também vemos várias formas de investigação como disfarce, vários disfarces, Holmes tem a capacidade de ficar irreconhecível até para Watson.

Holmes não mudava apenas de roupa; sua expressão, sua atitude, sua própria alma pareciam variar com qualquer papel que representasse.

Alguns também mostram como o detetive é reconhecido e requisitado por pessoas ilustres, mas isso não quer dizer que ele ache mais importante o caso por isso. A busca incessante do detetive é sempre pelo grau de desafio.

No primeiro conto, Escândalo na Boêmia, ficamos conhecendo Irene, a primeira a conseguir “passar a perna” em Sherlock. Seu delito não é grave e acredito que esse conto tenha sido criado mais para introduzir a personagem.

Para Sherlock Holmes, ela é sempre a mulher. Poucas vezes eu o ouvi referir-se a ela de outra maneira. Aos seus olhos, ela ofusca e predomina no seu sexo. Não é que ele sentisse uma emoção parecida com o amor por Irene Adler.

O segundo A liga dos ruivos traz uma história bem mirabolante mas com uma conclusão super plausível. As conclusões de Sherlock geralmente são assim, o interessante está mais no método. Um que gostei muito é A pedra azul, porque ele começa de uma forma inusitada e sem grandes pretensões, com Sherlock tentando adivinhar tudo através de um simples chapéu. E é claro surpreendendo. E também do Os cinco caroços de laranja, que não acaba bem.

Nesse livro temos um retrato das preocupações da sociedade inglesa da época que giravam em torno de conforto, posição social e bem estar. Ou seja, dinheiro. Então muitos dos contos giram em torno de furtos, golpes e heranças. Acho que eu gosto mais de crimes pacionais. rs Então os casos em si não me despertaram grandes emoções, o que mais gostei foi de conhecer mais das excentricidades de Sherlock, é um bom mergulho no personagem que vive surpreendendo.

Creio que não sou mais denso que meus semelhantes, mas sempre me senti oprimido por uma sensação de minha própria estupidez quando lidava com Sherlock Holmes.

Nós entendemos Watson. Eu só descobri o que estava acontecendo antes do fim em um dos casos, só em um consegui adivinhar. Sherlock é um detetive que só expõe seu raciocíneo no final, então só vemos várias coisas quando ele explica. Anda mais que a maioria das pistas definitivas não se baseiam no que ele ouve dos investigados, há poucos diálogos diferente dos livros com o Poirot de Agatha. A resolução vem quase sempre das menores pistas, como uma pegada (ele é especialista em pegadas) ou cinzas de fumo (outra especialidade dele).

Os crimes maiores tendem a ser mais simples, pois quanto maior o crime, mais óbvio costuma ser o motivo.

A admiração e Watson só cresce e ele é o grande contador dessas histórias. Sherlock e ele vão discutir em vários momentos sobre como deveriam ser escritos essas memórias. E o detetive em alguns momentos elogia o trabalho do amigo, que gosta muito de ter por perto, e em outras deprecia os “enfeites” que ele põe na história. Se dependesse de Sherlock os fatos seriam escritos de forma muito crua e direta. Os contos não são contados em ordem cronológica, e algumas histórias se passam antes do casamento de Watson quando ele ainda morava com Sherlock, e muitos começam com uma explicação dele do porque que resolveu retratar esse especificamente.

Quando consulto minhas anotações sobre os casos de Sherlock Holmes entre os anos 1882 e 1890, encontro tantos que presentam aspectos estranhos e interessantes que não é nada fácil resolver quais devo escolher e quais os que devo deixar de lado. Alguns entretanto, já ganharam publicidade nos jornais, e outros não ofereceram oportunidade para a demonstração das qualidade peculiares que meu amigo possui em tão alto grau, e que é meu objetivo mostrar nessas páginas. Alguns também, frustraram sua perícia analítica e seriam, como narrativas, começos sem ter um fim, enquanto outros só foram desvendados parcialmente, e as explicações são baseadas mais e deduções do que em provas lógicas absolutas, que lhe são tão caras.

E para finalizar, um trecho que mostra o deslumbre de Sherlock com os mistérios que podem acontecer no cotidiano de qualquer um.

_Meu caro amigo _ disse Sherlock Holmes, quando estávamos sentados diante da lareira em seus aposentos na Baker Street _, a vida é infinitamente mais estranha do que qualquer fantasia concebida pelo homem. Não ousaríamos imaginas coisas que são meros lugares ´comuns da existência. Se pudéssemos voar por aquela janela de mãos dadas, pairar sobre esta grande cidade, remover delicadamente os telhados e espiar as coisas esquisitas que estão acontecendo, as estranhas coincidências, os planos, os objetivos contrários, as maravilhosas cadeias de acontecimentos gindo através das gerações e levando aos resultados mais absurdos, isso tornaria toda a ficção, com suas convenções e conclusões óbvias, corriqueira e desinteressante.