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{Projeto Uns e Outros} Um homem célebre – Machado de Assis + José Luís Peixoto

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Estamos de volta com o Projeto Uns e Outros (saiba mais e não perca o sorteio!) para falar de dois contos com o mesmo nome Um homem célebre, o primeiro escrito por Machado de Assis de 1883 e o conto espelhado feito por José Luís Peixoto.

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José Luís Peixoto nasceu em Galveias, Portugal, em 1974. A sua obra abrange vários gêneros, da narrativa ao teatro, do romance à poesia, e foi distinguida com diversos prêmios literários, como o Prêmio José Saramago e o Prêmio Oceanos. os seus livros estão traduzidos e publicados em 26 idiomas. (fonte: Uns e Outros)

 

Ambos os contos mostram uma angústia relacionada a fama mas de formas opostas com personagens do mesmo nome: em quanto o músico Pestana do primeiro conto quer criar uma obra prima e se incomoda com a fama vinda de polcas que ele considera banais, apesar do sucesso de suas criações, o segundo é um escritor que quer a fama a qualquer custo.

O Pestana músico apesar de ter esse sonho, seu sonho é de realmente criar e não apenas parecer bom. Já o Pestana escritor irrita o leitor, ele acha que tem um modelo bem estereotipado de como um escritor deve parecer e é extremamente preocupado com isso. É um personagem que acredita que a aparência é tudo, e também tem seu próprio talento em alta conta.

O primeiro conto é mais gostoso de ler e bem escrito, mas não tem grandes surpresas. Imagino que tenha sido um desafio e tanto fazer um conto espelhado de Machado, nome tão importante para a literatura brasileira e mundial, acho que José Luís Peixoto cumpriu bem seu papel. Nunca tinha lido nada do autor e não foi o suficiente para eu ter uma opinião a respeito de sua escrita, mas ele ousou criticar um tipo de personagem que existe em seu próprio meio. E ainda lançou mão no final de um narrador/autor que ao conversar com o personagem cria um segundo que questiona o que de si está representado no conto. Bem interessante!

Machado de Assis é tão importante que há mais 2 contos dele no livro, conversaremos em breve. No Sábado o post trará minhas impressões sobre Negrinha de Monteiro Lobato e o conto espelhado Negrinha! Negrinha! Negrinha! de Ana Maria Gonçalves.

Confira também os blogs que também estão nesse projeto de leitura: Ponto para Ler,  Leitora Sempre e Jeniffer Geraldine.

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Laranja mecânica + Fahrenheit 451

Há algumas distopias clássicas que venho buscando ler, Fahrenheit 451 estava na lista há bastante tempo, pois sempre ouvi comentários maravilhosos e menções a obra. Laranja mecânica também, mas houve um empurrãozinho do grupo de leitura Pacto Literário no mês de Novembro (clique aqui e veja o grupo no facebook). No começo de 2017 eu também li Admirável Mundo Novo do Aldous Huxley, e não poderia deixar de mencionar  aqui O Conto da Aia da Margaret Atwood (assistam a série também). Ainda tá me faltando ler algo do George Orwell, preciso adquirir 1984.

> Também tem vídeo no canal sobre os dois livros, clique aqui para assistir.

Todos esses livros são excelentes e necessários, nos dão aquela sacudida de que precisamos ficar atentos a nossa realidade, ir sempre contra qualquer forma de fanatismo, cerceamento da liberdade, opressão das opiniões individuais. Os discursos de quem quer controlar o mundo ao seu bel prazer é sempre convidativo: “mais segurança e mais ordem, a culpa é dessa bagunça, desse caos, dessa falta de moral…”. Não engulam essa! Leiam esses livros e vejam no que esse papinho pode dar.

Vou começar falando de Laranja Mecânica do Anthony Burgess, que é um leitura desafiadora no começo com sua ultraviolência. Ao conhecermos o personagem Alex topamos com um adolescente que se diverte cometendo crimes e atos extremamente violentos, foi a parte do livro que eu fiquei ansiosa para que acabasse logo, queria já saber no que aquilo ia dar e qual o remédio para isso. As partes chocam, a maldade choca, mesmo tendo um tom de humor com todas as gírias e a ambientação meio futurista, e mesmo que os atos de violência não seja nada que não aconteça na nossa sociedade gera um incômodo. Talvez por estar tudo canalizado em Alex e sua gangue.

E o desfecho não é o que eu imaginava, o autor traz ao debate até onde o controle sobre o homem e a manipulação dele pode ser feita para acabarmos com a violência, sem toparmos com um regime totalitário. Não dá para concordar com o método usado no livro, embora eu não consiga perdoar Alex facilmente, cada pessoa precisa ter suas escolhas de pensamento.  É um livro que te desafia o tempo todo. O filme também é muito bom, com um jeito de caricatura, com cenas bem absurdas baseadas no livro, é bem fiel a ele.

A linguagem é outra coisa bem peculiar do livro, temos todo um vocabulário, com direito a glossário no fim. Eu comecei consultando e acabei parando, com o tempo você pega o jeito e fica tudo horrorshow! As palavras que mais tive dificuldade de gravar foram as partes do corpo, mas também onde exatamente a pessoa foi atingida nem é nada muito importante. hahahah

Agora mudando para Fahrenheit 451 do Ray Bradbury, esse livro afeta diretamente a nós que amamos ler, porque todos os livros foram queimados e quem ainda tem é denunciado e a fogueira é armada como um circo. O prefácio do livro é bem interessante e relaciona ele com outras distopias que falei no começo do texto, mas ele conta o final! Então se você não gosta de spoiler leia a história primeiro.

A denúncia que esse livro faz é de que a maioria topou essa caça aos livros, a desculpa é que eles incomodavam uns e outros, cada minoria se incomodava com alguma coisa por conta deles. Para mim os melhores livros são os que nos incomodam mesmo, mas no livro isso não é visto dessa forma pela sociedade. Então, fogo neles!

As pessoas passam o dia sobre o poder de narcóticos ou ligadas em televisões que só passam conteúdos que também tem esse efeito. As pessoas não conversam mais, não discutem mais, só vegetam. (Isso também acontece em Admirável Mundo Novo em que há essa presença das drogas e de conteúdos extremamente sensoriais, veja a resenha depois clicando aqui.) E sentem que são felizes assim, a maioria não quer ser incomodada. E enquanto isso a guerra rola, aviões de guerra sobrevoam e ninguém se incomoda. O livro denúncia o poder da leitura, e como não acreditar no comodismo das pessoas, se cerca de 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro.

Os bombeiros raramente são necessários. O próprio público deixou de ler por decisão própria. Vocês, bombeiros, de vez em quando garantem um circo no qual multidões se juntam para ver a bela chama de prédios incendiados, mas, na verdade é um espetáculo secundário, e dificilmente necessário para manter a ordem. São muito poucos os que ainda querem se rebelar.

Ironicamente os responsáveis pela queima dos livros são os bombeiros, no enredo as casas são feitas de materiais que não pegam fogo então eles assumem essa nova função. O personagem principal, Montag, é um deles até que conhece uma garota diferente, que quer conversar, observar a natureza, e o interpela na rua. Depois disso ele vai perceber como na verdade vive uma vida infeliz, com uma mulher catatônica e o absurdo de queimar livros e pessoas que resistem junto. Então ele resolve mudar e até arranja um aliado, mas não pense que as coisas vão ser fáceis a partir daí e teremos um herói que simplesmente derrubará o sistema, como nos apresentam nas distopias atuais, que criticam mas também amenizam um pouco. A questão é bem complicada e permanece complicada até o final para Montag, apesar de uma solução demorada ser apresentada por outros sobreviventes. Os embates intelectuais entre Monstag, seu chefe e o amigo que também ama livros são as melhores partes.

Essa pra mim foi uma leitura que não flui tão bem, fiz aquela forcinha para terminar logo. Lógico que fiquei admirada com todas as questões levantadas e com os paralelos que podemos tirar disso na situação atual (a história até se passa mais ou menos na nossa época), mas não consegui me conectar tanto quanto gostaria com os personagens.

O que interessa aqui, porém é frisar a singularidade da distopia de Bradbury. Pois enquanto Huxley e Orwell escrevram seus livros sob o impacto dos regimes totalitários (nazismo e stalinismo), Bradbury percebe o nascimento de uma forma mais sutil de totalitarismo: a indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético _ a moral do senso comum. (Manuel da Costa Pinto, prefácio do livro, pg 15.)

Confira também o canal no youtube!

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{Projeto Uns e Outros} Marriage à la mode + A rainha das fadas

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Oi pessoal! Esse é o meu primeiro post do projeto Uns e Outros (saiba mais aqui, não deixe de participar do sorteio) e vou começar pelo par de contos Marriage à la mode  de Katherine Mansfield e seu conto espelhado escrito por Ivana Arruda Leite que ela chamou de A rainha das fadas. E já aviso que gostei muito dessa dupla de contos, principalmente pelo complemento que a Ivana fez mostrando um contraponto do primeiro.

Em Marriage à la mode conhecemos a história de William, um pai que quer levar algum mimo para os filhos e logo nos apiedamos dele. Ele é casado com Isabel que depois de conhecer alguns artistas (acredito que o conto se passe nos anos 20) se deslumbra por uma vida glamourosa e divertida que eles não tinham, sempre enchendo a casa com esses amigos que o marido não aprecia muito e que acabam gastando muito dinheiro com bebidas e outras coisas finas (dinheiro dele). Ele que passa muito tempo trabalhando em Londres, chega sempre cansado e tem que aturar as festas e mal reconhece a esposa. Ele reclama ao mesmo tempo com muito amor e carinho, então é fácil ficar do lado dele de início.

Até que lemos um outro ponto de vista em A rainha das fadas, da Ivana Arruda, em que ela nos chama a real sobre o machismo presente nesse contexto e utiliza os mesmos personagens. Pode uma mulher se divertir? Ter amigos? Ter interesses diferentes do marido? Isabel vivia no contexto comum para a época e infelizmente ainda para muitas mulheres que dependem de alguma forma do marido: fechada em casa,  tendo como única obrigação manter a casa e cuidar dos filhos. Mas ela não se sentia satisfeita com isso e o marido nunca imaginou que sua mulher poderia querer algo mais do que isso. Porque para ele a felicidade era ela ficar esperando com tudo arrumado e junto com as crianças.

E o conto de Ivana não é narrado pelo ponto de vista de Isabel, mas sim pela sua amiga, que a “influencia” mais, também percebemos que ela tem suas próprias opiniões e intensões para com o casal. E que Isabel não é tão manipulável assim, gostaria de um conto também sob o olhar dela. Ivana ampliou os olhares sobre essa cena familiar e me deu muito o que pensar. Fiquei entre a futilidade de Isabel e o machismo do marido. Nada tem só um lado. Amei!

Esses dois contos você encontra no livro Uns e Outros da TAG. Um clube de assinatura de livros que envia mensalmente um kit contendo um livro surpresa, uma revista com conteúdo sobre a obra do mês e um mimo relacionado. A escolha do título fica sempre por conta de um curador do meio literário e no mês de julho eles fizeram um livro inédito de contos de autores renomados junto com releituras de autores da língua portuguesa. (Saiba mais e participe do sorteio!)

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Katherine Mansfield: Neolandesa radicada na Inglaterra, escreveu oitenta e oito contos, gênero ao qual se dedicou com exclusividade. Sua obra está reunida em algumas coletâneas como Felicidade, Aula de canto e Je ne parle pas français. (Fonte: Uns e Outros)

 

 

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Ivana Arruda Leite: Nasceu em 1951, em Araçatuba (SP). É mestre em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Publicou três livros de contos: Histórias da mulher do fim do século, Falo de mulher e Ao homem que não me quis (reunidos na antologia contos Reunidos). Seu mais recente livro de contos é Cachorros (2014). (Fonte: Uns e Outros)

Confira também os blogs que também estão nesse projeto de leitura: Ponto para LerLeitora Sempre e Jeniffer Geraldine.

 

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{euLi} Origem – Dan Brown

downloadDe onde viemos? Para onde vamos? Robert Langdon, o famoso professor de Simbologia de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para sempre o papel da ciência”.
O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível revolução no conhecimento… algo que vai responder a duas perguntas fundamentais da existência humana. Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre.
Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a desvendar o segredo de Edmond Kirsch.

Resolvi colocar o que achei em tópicos para não me estender muito haha

  • Dan Brown mais uma vez me fez querer correr para o país que ele está falando e querer ver tudo.
  • Mas repete fórmulas que me agradaram na adolescência, mas que já deu. Deixou a trama cansativa e repetitiva. O corre corre e as partes de ação são os mais chatos de todos os livros.
  • Assim como a tensão sexual entre Robert e Ambra (a diretora do museu e também noiva do príncipe da Espanha). Temos de novo a mulher super inteligente que acompanha e ajuda, rolando um flerte mesmo que de leve. Achei que já tínhamos passado dessa fase Dan!
  • Spoiler: Tava tão na cara que o Edmond ia morrer no começo em quanto falava que cheguei a rir. Nem sei se é spoiler, porque é óbvio demais, e com isso o mistério na verdade virou uma enrolação para a gente saber suas últimas palavras.
  • Não curti o vilão, não me convenceu e também é repetitivo.
  • Não achei a revelação tão quebra de paradigmas assim, achei um ponto de vista interessante. Uma boa questão para refletir, mas bem longe do que o personagem promete de abalar as estruturas da fé. Pior que já esperava isso.
  • Muito bom como o autor traz a história para o nosso mundo atual super conectado. Dessa vez não temos Robert e as outras pessoas agindo em segredo o tempo todo, pelo contrário, tem sempre alguém jogando tudo na internet e especulando sobre o assunto.
  • O uso da inteligência artificial personificado no computador Wilston que ajuda Robert e Ambra em quase tudo é a parte mais legal do livro. E o final relacionado a isso também, melhor parte! Foi o que para mim deu uma salvadinha de leve na história.
  • Gostaria que o autor se aprofundasse mais no personagem principal, ele continua exatamente a mesma coisa do primeiro livro, zero informações novas. Nem parece que o Robert tem vida própria, parece que ele fica congelado na vida até algo bizarro acontecer com ele.

Quer mais da minha opinião? Assista o vídeo 🙂

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Projeto Uns e Outros | Convite + Sorteio

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Esse ano nada de metas mas muitos projetinhos. Hoje venho convidar você a fazer parte do Projeto Uns e Outros, um plano de leitura idealizado pelo Ponto para Ler em parceria comigo e com os blogs Leitora Sempre e Jeniffer Geraldine. Para participar do projeto conosco basta ter em mãos o livro Uns e Outros, que foi editado com exclusividade pela TAG – Experiências Literárias em comemoração ao aniversário de três anos do Clube de Assinaturas em julho do ano passado (sorteio no final do post o/). Ano passado eu já tinha iniciado uma ideia parecida, mas sem cronograma e acabei fazendo resenha de um só dos contos (o do Hemingway, clique aqui para ver). É claro que uma parte dos contos que são clássicos vocês encontram em outros lugares também, as releituras que são exclusivas. Dá uma espiadinha no kit:

Você pode se associar e ainda comprar os kits antigos (enquanto durarem os estoques). Vale a pena! 

O livro

 O livro Uns e Outros é uma seleção de contos espelhados onde nove escritores brasileiros e um português foram convidados a fazer releituras de contos escritos por outros dez escritores internacionalmente conhecidos. Os contos originais são de nomes como Machado de Assis, James Joyce, Ernest Hemingway e vários outros. Alguns dos nomes brazucas também são bem conhecidos como Maria Valéria Rezende e Cristóvão Tezza, mas você terá uma boa oportunidade de conhecer outros nomes caso não seja tão ligado a literatura nacional contemporânea.

 Leitura

Cada blog terá uma ordem de leitura própria que foi determinada em um sorteio que fizemos ainda no ano passado. (A Ana do Ponto elaborou tudo com muito carinho <3) Isso significa que a cada semana vocês verão postagens sobre contos diferentes em cada página, eventualmente os textos poderão se repetir, mas nada que torne a experiência repetitiva. Por conta desse sorteio nenhum blog vai ler os contos na ordem certinha do livro então prepare-se para passear por cada página dele sem medo de revisitá-las ao longo do projeto. Aqui as postagens do projeto sairão aos sábados e podem variar conforme for a minha experiência com o conto. A ordem de leitura do Eu li será:

  1. Marriage à la mode (Katherine Mansfield) + A rainha das fadas (Ivana Arruda Leite)  – 20/01 (leia)
  2. Um homem célebre (Machado de Assis) + Um homem célebre (José Luís Peixoto) – 27/01
  3. Negrinha (Monteiro Lobato) + Negrinha! Negrinha! Negrinha! (Ana Maria Gonçalves) – 03/02
  4. O colar (Guy de Maupassant) + Um simples engano (Maria Valéria Rezende) – 10/02
  5. Eveline (James Joyce) + A morte da mãe (Beatriz Bracher) – 17/02
  6. Os desastres de Sofia (Clarice Lispector) + Simplício (Eliane Brum) – 24/02
  7. O fim de algo (Ernest Hemingway) + Início de alguma coisa (Luiz Antônio de Assis Brasil) – Já fizemos, só conferir aqui!
  8. Teoria do Medalhão (Machado de Assis) + O futuro político (Milton Hatoum)  – 10/03
  9. Depois do baile (Liev Tolstói) + O herói da sombra (Cristóvão Tezza) – 17/03
  10. Pai contra mãe (Machado de Assis) + Pipa Sande (Paulo Lins) – 24/03

Sorteio

Agora vem a melhor parte! A TAG foi super fofa e nos enviou um kit como o do vídeo para sorteio e você já pode começar o ano gastando sua sorte aqui com a gente. O kit da Tag vem com a revista para apoiar a leitura, o livro Uns e Outros e essa caixinha de ímãs, os brancos formam o poema Espelho e os pretos são para você se aventurar e criar um poema próprio misturando as duas cores. Para participar é só seguir as regras:

  1. Seguir a página do Ponto para Ler no Facebook;
  2. Seguir o canal do Eu Li ou Vou Ler no Youtube;
  3. Seguir o canal da Jeniffer Geraldine no Youtube;
  4. Seguir a página do Leitora Sempre no Facebook;
  5. Preencher o formulário;
  6. Morar em território nacional;
  7. O envio do prêmio será feito até 15 dias após a divulgação do resultado;
  8. Não nos responsabilizamos por extravio dos Correios.

Receberemos respostas até as 23h59 do dia 11/02 e o resultado do sorteio será divulgado no dia 12/02 (no site Ponto para ler e também no seu stories no instagram), estaremos na quarta semana de leitura então o ganhador ainda poderá acompanhar a metade final do projeto com o livro em mãos! Vem ler e participar com a gente! Não deixe de comentar o que achou de cada conto também 😀

Já sei que a experiência vai ser ótima! :*