Publicado em Halloween, Tags

{tag} Personagens de Stephen King #Halloween

Oi pessoal! Para comemorar o Halloween trago a tag criada pelo meu amigo Lucas do Gaveta Alternativa: Personagens de Stephen King. O autor é considerado um dos grandes mestres do terror e tem tudo a ver com a data de hoje. A ideia é relacionar os personagens do autor que ele listou há livros, filmes ou séries. Confira as minhas respostas no vídeo e não deixe de comentar quais seriam as suas escolhas e quais livros do autor você gosta. Convido os blogueiros amigos  responderem tbm!

Tag Personagens de Stephen King:

1 – Carrie White de Carrie, A Estranha (Seu primeiro livro de terror)
2 – Roland Deschain de A Torre Negra (Um personagem obstinado)
3 – Jack Torrance de O Iluminado (Um livro com uma família desfuncional)
4 -Annie Wilkes de Misery (Um livro com personagens obsessivos)
5 – Pennywise de IT, A Coisa (Um livro com criaturas estranhas)
6 – Brady Hartsfield de MR. Mercedes (Um serial killer)
7 – Cemitério de Animais de O Cemitério (Um livro que dá tanto medo que dá vontade de enterrar e sair correndo)
8 – John Coffey de A Espera de Um Milagre (Um personagem que não é o que parece)

Happy Halloween!

tumblr_oee01iFFeX1tepew7o1_500.gif

Anúncios
Publicado em Eu li, Halloween

{euLi} O médico e o monstro – Robert Louis Stevenson #Halloween

o-medico-e-o-monstroSinopse: Publicado em 1886, em Londres, O Médico e o Monstro pode ser interpretado como uma alegoria do conflito entre a rigorosa moralidade vigente do século XIX e os desejos por ela reprimidos, próprios da natureza humana. Não por menos, Stevenson optou por chamar de Sr. Hyde (de hidden, ‘oculto’ em inglês) a faceta monstruosa que dominava de tempos em tempos a personalidade pacata do correto e respeitado Dr. Henry Jekill.

Eu gostei de ler esse livro e finalmente conhecer a história por trás de Jekill e Hyde. Infelizmente quem lê o livro hoje, não tem mais a surpresa de descobrir que eles são a mesma pessoa de tão falada que a história é. Acho que isso me influenciou porque fiquei esperando que acontecesse mais alguma coisa no final, então o livro não se tornou um dos meus favoritos.

O mais interessante é a forma como é abordado o bem e o mal que existe dentro de cada pessoa. Jekill é um bom cientista, amigável que quer ajudar as pessoas, mas tem dentro de si uma vontade de fazer coisas moralmente inaceitáveis para época. Vem daí sua brilhante (só que não) ideia.

Quem conduz a história é o Dr. Utterson, um advogado muito amigo de Jekill. Ele ouve uma história horrível relacionada a Hyde e fica querendo saber porque seu amigo tem relação com essa pessoa. Henry desconversa mas outros acontecimentos aguçam a necessidade de saber do amigo até o final e a grande revelação.

 

Não deixem de comentar 😉

Publicado em Halloween, Tags

{TAG} Halloween Literário

Happy Halloween! Aproveitando o dia, vim responder a tag Halloween Literário, respondi em vídeo, só assistir abaixo. Essa tag foi criada pelo canal Cabine Literária. Quem quiser responder, fica a vontade!

TAG Halloween Literário:

1) Qual seu livro favorito de terror ou suspense?
2) Pra festa de Halloween, você precisa se fantasiar de um personagem de um livro. Qual será?
3) Um personagem que não é de livro de terror, mas que você acha assustador.
4) Vampiros ou lobisomens?
5) Se forem vampiros, qual o seu vampiro preferido da literatura? Se forem lobisomens, qual seu lobisomem preferido da literatura?
6) Qual um livro de terror que você tem vontade de ler?
7) Gostosuras ou travessuras? Diga um livro gostosura e um livro travessura.

Publicado em Eu li, Halloween

{mês halloween} Edgar Allan Poe #2

alan poeOi pessoal, no vídeo abaixo falo de mais alguns contos do Poe: O pêndulo e o poço, A queda da casa de Usher, William Wilson, Coração Delator, e leio o conto O retrato ovalado no final. Esse é o segundo post sobre o Edgar Allan Poe, no anterior, falei um pouco sobre ele e dois contos: O gato preto e A máscara da morte rubra (li esse). Esses contos foram os que mais gostei do livro Histórias extraordinárias (Companhia de bolso).

Vídeo Edgar Allan Poe 2

Vídeo Edgar Allan Poe 1

Os contos do autor não são muito difíceis de achar na internet. No blog Contos do Covil você pode ler alguns.

Para quem quiser saber segue a lista de contos que estão no livro Histórias Extraordinárias (Edição de bolso) – Companhia das Letras:
Ligeia
Pequena palestra com uma múmia
A carta roubada
O gato preto
O sistema do Doutor Alcatrão e do professor Pena
O barril do Amontillado
O poço e o pêndulo
A máscara da morte rubra
Berenice
Sombra – uma parábola
O diabo no campanário
A queda da casa de Usher
O caixão quadrangular
O escaravelho de ouro
O coração delatador
William Wilson
O retrato ovalado
O Homem da multidão

Publicado em Eu li, Halloween

{mês halloween} Frankenstein – Mary Shelley

Frankenstein ou o Moderno Prometeu

frankA princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. Atualmente costuma-se considerar a versão revisada da terceira edição do livro, publicada em 1831, como a definitiva. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental.

Para ver a resenha em vídeo clique aqui.

A autora tem muitos méritos como diz na sinopse, quantas histórias não viriam depois beber da mesma fonte? A vontade humana de criar e a responsabilidade e arrependimentos que isso pode trazer. Pois bem, a única coisa que não me fez gostar de verdade do livro foi o personagem Victor Frankenstein, que em muitos momentos é covarde e fica se queixando extensamente da bobagem que fez e tragédia que vira sua vida. Não que ele não tenha motivos para se sentir mal, muito pelo contrário, mas sua inércia em muitos momentos são irritantes. O que mais me frustrou na verdade foi após a criação ele ter se horrorizado de modo tal com o “monstro” que fugiu e abandonou a criatura. Vai me dizer que ele não tinha percebido que ela não estava ficando bonita?

Por que não morri? Sendo o mais miserável entre os homens, por que não mergulhei para sempre no esquecimento e no descanso? Se a morte arrebatava crianças, flores mal desabrochadas, se noivas, em pleno vigor da juventude e no limiar de seu futuro de esperanças, eram, de um dia para outro, presa dos vermes na terra fria do túmulo, de que fibras, de que matéria era feito eu, que podia resistir a tantos abalos, ao girar incessante da roda da vida, que tamanhas torturas me infligia?

Mas a história também tem várias partes interessantes, apesar de não explicar exatamente seus métodos, vemos o Dr. ir a cemitérios e necrotérios nos eu arroubo de necessidade de criar. E para mim a melhor parte é quando a criatura entra em cena para explicar o mal que fez, acusar seu “pai” de abandono e contar tudo o que sofreu. O “monstro” não nasceu mal ou perverso, era como um bebê aprendendo o que é o mundo sozinho, até aprendeu a falar e ler por conta própria. E poderia ser muito gentil, até tenta o contato com os humanos, que por sua terrível aparência não dá certo. É claro que depois de tamanha rejeição ele não suporta, culpa seu pai e busca vingança. Ainda dá uma chance a Frankenstein mas na história só vão caber tragédias.

Vale ressaltar que a história não é contada pelos dois personagens principais, mas por um terceiro que está fazendo uma expedição no Ártico e encontra Victor perseguindo seu “filho”, e ele vai contar a esse viajante toda sua história, que por sua vez vai contar a irmã através de cartas.

As partes de lamentações que me cansaram, apesar de me quebrarem são muito bem escritas, e a história é muito interessante. Só não consegui sentir pena do personagem e simpatizar com ele. O que me fez querer terminar logo o livro. Mas valeu muito a pensa conhecer essa história chocante que já foi tão adaptada (cinema, séries…) E você já leu? Não esquece de me contar o que achou!

A autora

mary shelleyNasceu em Londres, em 1797, filha de William Godwin e Mary Wollstonecraft, célebres escritores radicais da época. A mãe de Mary morreu de forma trágica onze dias depois de dar à luz. Sob a tutela consciente e especializada de Godwin, Mary teve uma infância intelectualmente estimulante, embora emocionalmente carente. Em 1814, foi apresentada ao então desconhecido Percy Bysshe Shelley, por quem logo se apaixonou, e em julho daquele ano os dois fugiram para o continente. Em dezembro de 1816, depois de a primeira esposa de Shelley, Harriet, ter cometido suicídio, Mary e Percy se casaram. Dos quatro filhos do casal, apenas Percy Florence sobreviveu. Viveram na Itália entre 1818 e 1822, quando Shelley morreu afogado no naufrágio de seu barco Ariel numa tempestade. Mary voltou com Percy Florence para Londres, onde continuou a viver como escritora profissional até sua morte, em 1851. A ideia deFrankenstein surgiu em 1816, quando Mary Godwin passou o verão com Percy Shelley às margens do lago de Genebra, onde Lorde Byron também estava hospedado. O estímulo para que começasse a escrever o conto original veio depois de Byron sugerir um concurso de histórias de fantasmas. O próprio Byron produziu “Um fragmento”, o qual mais tarde inspirou seu médico, John Polidori, a escrever “O vampiro: um conto”. De volta à Inglaterra, Mary completou sua história, publicada como Frankenstein ou O Prometeu moderno, em 1818. Entre seus outros romances estão The Last Man, uma história distópica ambientada no século XXI (1826), Perkin Warbeck (1830), Lodore (1835) e Falkner (1837). Além de várias colaborações, com contos e ensaios para publicações como Keepsake e Westminster Review, contribuiu com diversos ensaios biográficos para a Cabinet Cyclopaedia (1835, 1838-9), editada por Dionysius Lardner. Entre seus outros livros estão a primeira edição coligida da Obra poética de P. B. Shelley (4 vols., 1839) e um livro baseado nas viagens pela Europa que Mary fez com Percy Florence e os amigos do filho, Rambles in Germany and Italy (1844). Mary Shelley morreu em Londres, em 10 de fevereiro de 1851. Fonte: Companhia das Letras.

Trailer do filme Frankenstein de Mary Shelley (1994)