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Feliz aniversário Stephen King!

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Stephen King – Ilustração de  Roberto Parada

Stephen King hoje está comemorando 70 anos e já escreveu mais de 70 livros! Eu já li alguns livros do autor e só me surpreendo com a qualidade do que leio. Então hoje vou relembrar os que li e recomendo nesse post 😉

LIDOS DO KING:

sobaredomalivro“Sob a redoma é um livro impactante e surpreendente, apesar da redoma cair sob a cidade de Chester’s Mill logo no começo do livro, Stephen King consegue manter o suspense e o interesse na leitura do começo ao fim (e olha que o livro é beeeem grande). Aos poucos o mistério de como e porque foi criada a redoma para mim deixou de ser tão importante e sim a torcida para que os personagens do bem se salvassem”. (Confira a resenha).

 

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“O livro traz uma abordagem clássica do personagem que vai ao passado com o intuito de mudá-lo, mesmo sabendo que as consequências podem não ser boas. Como somos advertidos a todo momento no livro o passado não que se mudado. A vida é cheia de possibilidades, podemos tomar muitas medidas e fazer escolhas diferentes, e ainda assim tudo é muito complicado. Como ficaria a nossa cabeça se além das decisões para o futuro, tivéssemos o poder de alterar o que já aconteceu? E assim mudar o curso da história mundial?” (Confira a resenha).

 

E não deixe de participar dos nossos sorteios do #SetembroPolicial!

 

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TBR do #SetembroPolicial

Oi pessoal! Finalmente começou setembro e como anunciei um mês cheio de leituras policiais, thriller psicológico, suspense, investigações…E vocês podem participar das leituras, comentando e também lendo outros livros do gênero, postando com a nossa #. Não deixe de seguir o instagram e curtir a página do Eu li no facebook para não perder nada. Teremos 3 sorteios e uma gincana, tá imperdível!

Os comentários sobre cada livro e o motivo deles estarem na TBR estão no vídeo, vou colocar as sinopses abaixo para facilitar 😉

21268961_1629602777113703_583973555_nTrilogia Hannibal com os suspenses: O Silêncio dos Inocentes, Hannibal e Dragão Vermelho, protagonizados pelo ardiloso psiquiatra Hannibal Lecter. Já li e será nossa primeira resenha.

 

o-ultimo-turnoSinopse (spoiler para quem não leu o primeiro da trilogia): Brady Hartsfield, o diabólico Assassino do Mercedes, está há cinco anos em estado vegetativo em uma clínica de traumatismo cerebral. Segundo os médicos, qualquer coisa perto de uma recuperação completa é improvável. Mas sob o olhar fixo e a imobilidade, Brady está acordado, e possui agora poderes capazes de criar o caos sem que sequer precise deixar a cama de hospital. O detetive aposentado Bill Hodges agora trabalha em uma agência de investigação com Holly Gibney, a mulher que desferiu o golpe em Brady. Quando os dois são chamados a uma cena de suicídio que tem ligação com o Massacre do Mercedes, logo se veem envolvidos no que pode ser seu caso mais perigoso até então. Brady está de volta e, desta vez, não planeja se vingar apenas de seus inimigos, mas atingir toda uma cidade.

VOCACAO_PARA_O_MAL_1459883276576254SK1459883276BVocação para o mal: Quando um pacote contendo a perna decepada de uma mulher é entregue a Robin Ellacott, seu chefe, o detetive particular Cormoran Strike, suspeita de quatro pessoas de seu passado que poderiam ser capazes de tamanha brutalidade. Mas quando a polícia foca no suspeito que Strike tem cada vez mais certeza de que não é o criminoso, ele e Robin precisam correr contra o tempo para descobrir a verdade. Depois de O chamado do Cuco e O bicho-da-seda, o terceiro romance da aclamada série escrita por Robert Galbraith, pseudônimo de J. K. Rowling, é um suspense inteligente, com reviravoltas inesperadas a cada página, e também a emocionante história de um homem e de uma mulher numa encruzilhada em suas vidas pessoais e profissionais. O livro, que estreou em segundo lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times e alcançou os principais rankings nos Estados Unidos e na Inglaterra, chega ao Brasil simultaneamente em edições brochura e capa dura.

O_SORRISO_DA_HIENA_1494249928533024SK1494249929BSinopse: Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitável psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém, a proposta feita pelo misterioso David coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é uma pessoa má por ter presenciado o brutal assassinato dos seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a dele, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma na vida delas. Até onde ele será capaz de ir? É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem?

imagemSinopse: Um porão, nove jovens e uma Magnum 608. O que poderia ter levado universitários da elite carioca – e aparentemente sem problemas – a participarem de uma roleta-russa? Um ano depois do trágico evento, que terminou de forma violenta e bizarramente misteriosa, uma nova pista, até então mantida em segredo pela polícia, ilumina o nebuloso caso. Sob o comando da delegada Diana Guimarães, as mães desses jovens são reunidas para tentar entender o que realmente aconteceu, e os motivos que levaram seus filhos a cometerem suicídio. Por meio da leitura das anotações feitas por um dos suicidas durante o fatídico episódio, as mães são submersas no turbilhão de momentos que culminaram na morte dos seus filhos. A reunião se dá em clima de tensão absoluta, verdades são ditas sem a falsa piedade das máscaras sociais e, sorrateiramente, algo muito maior começa a se revelar.

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Sinopse: O octogenário Aristide Leonides, dono de grande fortuna, é envenenado em sua mansão, onde vivia com toda a família — sua esposa, cinqüenta anos mais jovem, dois filhos, duas noras, três netos e uma cunhada. Qualquer um poderia tê-lo matado. O único motivo evidente é a fortuna deixada como herança. Mas parece pouco provável que alguém se dispusesse a sujar as mãos por causa do testamento de um velho em idade já tão avançada. Charles Hayward não tem como não se envolver na história: Sir Arthur Hayward, seu pai, é o comissário-assistente da Scotland Yard responsável pelo caso; e Sophia, com quem pretende se casar, é uma das netas da vítima. Portanto, Charles tem seus motivos para tentar solucionar o mistério.

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Sinopse: No centro do Rio de Janeiro um executivo é encontrado morto com um tiro, sentado ao volante de seu carro. Além do tiro, único e definitivo, não há outros sinais de violência. É um morto de indiscutível compostura. Mas isso não ajuda: ninguém viu nada, ninguém ouviu nada.O policial encarregado do caso, inspetor Espinosa, costuma refletir sobre a vida (e a morte) olhando o mar sentado em um banco da praça Mauá. No momento tem muito sobre o que refletir. De um lado, um morto surgido num edifício-garagem; de outro, a incessante multiplicação de protagonistas do drama. Tudo se complica quando ocorre outro assassinato e pessoas começam a sumir.

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De volta no canal! Livros lidos no 2º trimestre ;)

Quem acompanha o Eu li ou vou ler deve ter notado minha ausência, mas tive grandes motivos para isso 😉 E no vídeo de hoje eu falo deles e das leituras que foram feitas em abril, maio e junho (bora recapitular!).

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[BEDA] O que tem na prateleira? [3 – Suspense, Mistério, Ficção Científica]

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Oi pessoal, hoje chegou a vez de falar d um cantinho que não é exatamente uma prateleira. Em cima da minha cômoda ficam livros de literatura policial (ou que tenham alguma investigação), suspense, mistério, ficção científica… É um cantinho bem querido também. Já falei do canto histórico e de fantasia.

18052786_1465996573474325_327382507_nPrimeiro vem o box com a obra completa do Sherlock Holmes escrita pelo criador, Arthur Conan Doyle. Eu tive o prazer de ler pela primeira vez ano passado e gostei muito. (Só pesquisar Sherlock na lupa que vai achar todos os posts que eu fiz sobre cada livro).  O grandalhão do lado é uma HQ enorme chamada Do Inferno de Allan Moore e Eddie Campbell que conta uma versão para a história de Jack Estripador (resenha).

18034643_1465996566807659_1358541509_nDepois vem o livro Concerto a Quatro Mãos (resenha) que li para o #SETEMBROPOLICIAL do ano passado (fica ligado que teremos mais uma dição esse ano). O livro é um suspense diferente, u mostra a cabeça confusa do assassino e ao mesmo tempo a cabeça de um inocente. Através de “diários” em que só temos a visão de dois personagens, há um verdadeiro mergulho na alma deles. E o final surpreende e assusta.

A Sangue Frio também traz uma investigação de assassinato mas pelo foco jornalístico. Esse livro é um clássico, considerado um dos começos do jornalismo literário e escrito por Truman Capote. Recomendo! (resenha)

Depois estão os livros escritos por J.K. Rowling com o pseudônimo Robert Galbraith que ela criou para escrever sua série policial do detetive Cormoran Strike. O quarto livro está para ser lançado, eu tenho os três, mas na foto só saiu os dois que já li: O Chamado do Cuco e O Bicho da Seda (resenha) . Gostei dos dois, lerei o terceiro para setembro (Vocação para o mal).

Na sequência estão todos os livros do Carlos Ruiz Zafón que sempre envolvem personagens querendo descobrir algum segredo do passado e só por isso estão aí. Ele é um autor incrível! E a continuação da até então trilogia do O Cemitério dos livros esquecidos está para ser lançada também aqui no Brasil.
Os livros do autor:

  • Trilogia da Névoa
    O Príncipe da Névoa (primeira publicação em 1993, relançado em 2010) – resenha
    O Palácio da Meia-Noite (primeira publicação em 1994, relançado em 2011)  – resenha
    As luzes de Setembro (primeira publicação em 1995, relançado em 2013)  – resenha
  • Marina  – resenha
  • Série Cemitério dos livros esquecidos
    A Sombra do Vento (2001)  – resenha
    O Jogo do Anjo (2008)  – resenha
    O Prisioneiro do Céu (2011)  – resenha
    O Labirinto dos Espíritos (2016) (ainda não tem no Brasil)

Aí ainda tem o pequeno mas muito bacana O escaravelho do diabo da Coleção Vaga-lume. Um romance policial que foi lido por muita gente na infância (resenha).

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Essa sequência começa com a trilogia policial do Stephen King: Mr. Mercedes (já li e amei – resenha), Achados e perdidos (estou lendo) e Último Turno.

Depois do mesmo autor vem Misery que é mais um thriller psicológico do que policial, mas que envolve um sequestro. E é o melhor livro do autor que já li até agora (resenha). Novembro de 63 que mistura Sci-Fi com história, viagem no tempo com o assassinato de Kenedy. E Sob a Redoma que conta a história de uma cidade u foi abruptamente cercada por um campo de força e todo o drama que se desenrola por isso. Leia Stphen King, e pode ler qualquer um desses, são todos incríveis.

E exprimida no cantinho está a trilogia Millenium de Stieg Larsson: Os homens que não amavam as mulheres, A menina que brincava com fogo e A rainha do castelo de ar (foi lançado um quarto livro, e será lançado um quinto, com outro autor  que não sei se tenho vontade de ler). Stieg faleceu depois de entregar essa trilogia brilhante, não aceito nada menos que incrível de continuação. Ela envolve tantos assuntos que é difícil de definir em poucas palavras.

Sinopse Os Homens que não amavam as mulheres: 

Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas – passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.
Quase quarenta anos depois, o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger, e que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados – de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois…. até um momento presente, desconfortavelmente presente.’

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Também estão aí os livros da Agatha Christie: Extravagância do morto (ótimo), Os elefantes não esquecem (ainda não li), O natal de Poirot (ainda não li), O assassinato de Roger Ackroyd (perfeito). E a biografia de Agatha Christie From My Heart escrita pelo brasileiro Tito Prates, recomendo!

18052569_1465996536807662_249657679_n.jpg O livro Meu Nome é Vermelho do Orhan Pamuk também envolve um assassinato mas tem uma narrativa muito diferente em que até objetos inanimados e animais podem sr narradores.

Narrativa policial, um amor proibido e reflexões sobre as culturas do Oriente se reúnem neste livro. Estamos em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da fuga de Maomé para Meca, o sultão encomenda um livro de exaltação à riqueza do Império Otomano. Na tentativa de afirmar a superioridade do mundo islâmico, as imagens do livro deveriam ser feitas com técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando intrigas e o assassinato de um artista que trabalhava no livro. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre Negro, que volta a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. Construída por dezenove narradores entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas.

Buffo e Spalanzani do Rubem Fonseca eu ainda não li, mas já li o debaixo O Seminarista. Rubem Fonseca tem uma escrita sangrenta, dura e seca, direto ao ponto, que eu amei. E O pintassilgo da Donna Tart ainda não li 18051852_1465996550140994_1958827793_nmas está na meta de 12 livros para ler esse ano.  Assim como a trilogia Hannibal de Thomas Harris que não é meu, peguei emprestado para ler em setembro.

Espero que tenham gostado do post! Em breve revelo mais um cantinho ou prateleira para vocês. beijos