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Blogagem coletiva – Experiências Literárias com o #NomeProvisório [Fim do BEDA]

blogagem1Oi pessoal! Último dia de BEDA e último dia da blogagem do #NomeProvisório, meu grupo de blogueiros e de leitura (tudo junto rs). Que finalmente tem um nome! Agora vamos nos chamar Pacto Literário! Outro nome vindo de brincadeiras sobre alguém abandonar o grupo e etc. Se você quiser participar da leitura coletiva só pedir para entrar no grupo no face (aqui). Nós te receberemos bem! ❤

O post de hoje é justamente para falar sobre essa parceria que resultou em amizade e excelentes leituras (momento declaração de amor haha). É muito bacana ler em grupo, ainda mais com cada mês uma nova proposta de leitura, vindo de um grupo com pessoas de gostos variados que acaba fazendo você sair da zona de conforto. Nada melhor do que ler um livro e na sequência ter com quem conversar sobre. Às vezes sai aquela opinião que bate com a sua e você fica feliz ou surge algo novo que você nem tinha pensado e  é melhor ainda.

Nós começamos lendo O bebê de Rosemary de Ira Levin, porque foi bem no Halloween (começamos em outubro), eu nunca tinha lido um livro de “terror” (mesmo que bem de leve). Mas não sei se teria lido esse ótimo livro se não fosse a indicação do grupo. E até hoje fazemos piadas com pactos e o amuleto que aparece no livro feito de tannis. Depois foi a vez de brochar coletivamente com o A biblioteca 24 horas do Mr. Penumbra de Robin Sloan, livro chatinho que todo mundo empurrou para acabar hahahh Até isso em grupo é bom porque você vê que não é só você e dá para falar mal sem spoiler.

Depois foi minha vez de indicar e o que ganhou foi o maravilhoso A máquina de fazer espanhóis do Valter Hugo Mãe. Eu amei ver o pessoal do grupo se esforçando para ler a escrita diferente do autor, e depois se apaixonando pelo livro. A escrita dele é bem poética e pouco ortodoxa requer certa concentração no começo e como Paulo deu a dica até ler em voz alta ajuda. Mas ele se tornou um dos meus autores favoritos da vida.

Depois veio Admirável Mundo Novo do Aldous Huxley, para começar 2017 com chave de ouro, quem leu ficou bem interessado na história e ele trás várias questões que podemos relacionar com a sociedade de hoje. Além de ter inspirado várias distopias . Adorei o empurrãozinho que faltava para ler logo esse.

Fevereiro trouxe Entrevista com o vampiro da Anne Rice, outro livro que já pensava em ler a bastante tempo e só faltava aquele incentivo. Não foi aquela leitura que todos leram, e nem das melhores, mas dá pra salvar algumas partes do livro. No mês seguinte foi a vez de ler um livro que eu já conhecia, mas acho que acabaria não lendo também: Amor Amargo da Jenifer Brown. Um livro bem necessário que fala sobre relacionamento abusivo. E esse mês também me tirou da zona de conforto ao ler um drama escrito por um autor nacional, pelo começo eu achei que talvez não fosse gostar tanto da leitura, mas me surpreendi com A máquina de contar histórias do Maurício Gomyde (indicação da Mércia que lê muitos autores nacionais novos). Estaremos discutindo ele hoje lá no grupo :).

Por fim fica o meu agradecimento aos meus amigos maravilhosos que ainda não tive a oportunidade de conhecer pessoalmente, mas que já tenho um enorme carinho. A cada dia trocamos mais ideias sobre livros e sobre escrever blogs e fazer vídeos no youtube. Mas também falamos da vida e dos nossos dramas. Vocês já se tornaram uma parte importante da dela! Obrigada por me escutarem sempre e pela companhia virtual 😀 Amigos digitais hahahahha

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[BEDA] O que tem na prateleira? [Ingleses e outros]

Oi pessoal! BEDA quase chegando ao fim, hoje encerramos o O que tem na prateleira?, tá na hora de mostrar os últimos cantinhos e livros.

N18197980_1476624295744886_2122644767_nesse nicho estou deixando espaço para os autores ingleses, quero ter outros livros do Dickens, Jane Austen… por isso posso deixar espaço aqui para depois. Esse nicho também é complicado que muitos livros não cabem pela altura. Estão aqui:

->O roxinho é A Abadia de Northanger da Jane Austen aí também está Orgulho e Preconceito (meu favorito dela – resenha). Já li outros da autora e gosto muito.

-> Dois livros do Bukowski: Misto-quente (que já li e é bem ácido – resenha) e Ao sul de lugar nenhum que ainda não li.

->A Utopia de Thomas Mann (ainda não li) e duas peças de Shakespeare  (quero ter as outras um dia) que gosto muito: Antônio e Cleópatra e o Mercador de Veneza.

-> O Morro dos Ventos Uivantes (resenha) é um livro muito interessante, com personagens que a gente ama e odeia ao mesmo tempo, da Emily Brontë. Ainda quero ler os livros escritos por suas irmãs, principalmente Jane Eyre.

-> A edição mais bonita desse cantinho, com certeza é a de David Coperfild do Charles Dickens, ainda não li, mas dele já li Grandes Esperanças (resenha) e é um livro incrível.

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Em cima da mesa do computador estão os livros que não se encaixam em outro lugar, ou eu ainda não li e não sei se é bom, ou estou lendo também. É a parte mais misturada. Eu fiz dois apoios para eles ficarem em pé e ensinei como fazer nesse post (aqui). Temos aqui:

-> Os livros do John Green, eu mesma fiz um box para eles com a caixa que ganhei no lançamento do filme Cidades de Papel. Dentro estão O Teorema Katherine, Deixe a neve cair (dele com outras duas autoras), Quem é você, Alasca?, A culpa é das estrelas e Cidades de Papel. Os que mais gosto são A culpa e Alasca, o que menos gosto Cidades (apesar do filme ser bem legal).

-> A graça da coisa da Martha Medeiros, é um livro de crônicas que ainda estou lendo.

-> Cela sem portas que deveria estar na parte policial do Marcel Trigueiro (corrigirei), uma ótima dica para quem quer ler mais autores nacionais (resenha).

-> A trilogia Cinquenta Tons de Cinza (todo mundo tem direito de ler umas  bobeiras às vezes hahah) da E.L. James

-> O azarão do Markus Zusak que não gostei (nem li as continuações da trilogia) e Eu sou o mensageiro que é dele também e amo.

Sinopse: Ed Kennedy leva uma vida medíocre, sem arroubos. Trabalha, joga cartas com cúmplices do tédio, apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há pouco; a mãe parece desprezá-lo. Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem conseqüência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele.

-> O Extraordinário (quero ler logo antes que o filme saia)

> A vida do livreiro A.J. Fliker que é uma fofura de história (amei) da Gabrielle Zevin (resenha).

-> Muito prazer, eu sou a morte do Jorge Oliveira recebi em parceria com a Chiado (preciso ler logo).

-> Outro dia que eu ganhei num evento da Record e preciso comprar para ter os dois e aí sim ler o Todo Dia que vem primeiro nessa duologia do David Levithan.

-> Resgate de Amor de Carlos Augusto Segatto é um livro infanto-juvenil bem bacana que mistura romance policial com uma história de amor, li tem muitos anos.

-> Por um fio do Drauzio Varela que ganhei num amigo oculto e nunca li (preciso ler).

-> O leitor do trem das 6h27 de Jean-Paul Didierlaurent é uma história muito fofa também gostei (resenha).

18216972_1476623502411632_1085062381_nNesse outro apoio temos:

-> Um dia do David NIicholls (que não curti muito),

-> A garota que você deixou para trás da Jojo Moyes (ainda não li) e Como eu era antes de você (que amei).

-> Uma longa jornada do Nicholas Sparks, que lerei em breve para ver se gosto, apesar de ter certo preconceito (foi presente).

-> Outros livros que ganhei da Record e sei pouco sobre: O que fez minha melhor amiga (Lucy Dawson), Como dizer adeus em robô (Natalie Standiford). E Homens, Mulheres e Crianças de Chad Kultgen (que já me falaram muito bem do filme).

-> Um certo verão na Sicília (Marilena de Blasi), li e acho que gostei na época, apesar de não me lembrar muito bem.

-> Livros da Hoo editora que amei (LGBT): O livro das coisas que nunca aconteceram (Ana Luiza Savioli – resenha), Volto quando puder (Isa Próspero e Márcia Oliveira – resenha), Torta de Climão (HQ de Kris Barz).

-> Outros dois livros da Chiado que ainda não li: A bela e os lobos (Alexa L.D.) e 9 e um Quarto (João Gonçalvez).

Confira as prateleiras anteriores: Fantasia, Romances Históricos, Suspense e Clássicos e Contemporâneos.

Beijos!

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[BEDA] TOP 5 – Livros de autores contemporâneos

blogagem1Eu tenho uma grande dificuldade fazer tops, dizer quais são meus livros favoritos, mesmo que por assunto, porque sempre parece que eu estou sendo injusta com tantos. Mas esses livros são muito importantes para mim, mas ficaram de fora muitos outros vitais. A seleção foi feita em cima livros volume único e de autores contemporâneos no sentido de  “desse tempo”, autores que ainda estão vivinhos! 🙂 É mais uma blogagem coletiva feita junto com o #Nome Provisório, confira no final os links para os posts dos meus amigos.

A coisa terrível que aconteceu com Barnaby Brocket – John Boyne – Os Brocket são as pessoas mais normais do mundo. São respeitáveis, quase enfadonhos, e muito orgulhosos da sua normalidade. Na verdade, Alistair e Eleanor Brocket torcem o nariz a tudo o que seja invulgar, estranho ou diferente. No entanto, assim que o seu filho mais novo Barnaby vem ao mundo, torna-se claro que ele é tudo menos normal. Para grande vergonha dos pais, Barnaby parece desafiar as leis da gravidade… e flutua! O pequeno resenha logoBarnaby é uma criança solitária; afinal de contas, é difícil fazer amigos quando se passa a vida no ar. Desesperado por agradar aos pais, faz tudo o que pode para parar de flutuar, mas simplesmente não consegue.

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Ciranda de Pedra – Lygia Fagundes Telles – Quando um casal de classe média se separa, a caçula, Virgínia, é a única das três filhas que vai morar com a mãe. É do ponto de vista dessa menina deslocada e solitária que se narram os dramas ocultos sob a superfície polida da família. Loucura, traição e morte são as forças perversas que animam esse singular romance de formação, que já na época de seu lançamento, em 1954, chamou a atenção para o talento e a originalidade da literatura de Lygia Fagundes Telles. Saudado com entusiasmo por intelectuais como Antonio Candido, Paulo Rónai, Otto Maria Car-peaux e Carlos Drummond de Andrade, “Ciranda de Pedra” mantém-se há meio século como um dos livros mais amados da autora.

Meio sol amarelo – Chimamanda Ngoz Adichie – Filha de uma família rica e importante da Nigéria, Olanna rejeita participar do jogo do poder que seu pai lhe reservara em Lagos. Parte, então, para Nsukka, a fim de lecionar na universidade local e viver perto do amante, o revolucionário nacionalista Odenigbo. Sua irmã Kainene de certo modo encampa seu destino. Com seu jeito altivo e pragmático, ela circula pela alta roda flertando com militares e fechando contratos milionários. Gêmeas não idênticas, elas representam os dois lados de uma nação dividida, mas presa a indissolúveis laços germanos – condição que explode na sangrenta guerra que se segue à tentativa de
secessão e criação do estado independente de Biafra.
Contado por meio de três pontos de vista – além do de Olanna, a narrativa concentra-se nas perspectivas do namorado de Kainene, o jornalista britânico Richard Churchill, e de Ugwu, um garoto que trabalha como criado de Odenigbo -, Meio sol amarelo enfeixa várias pontas do conflito que matou milhares de pessoas, em virtude da guerra, da fome e da doença. O romance é mais do que um relato de fatos impressionantes: é o retrato vivo do caos vislumbrado através do drama de pessoas forçadas a tomar decisões definitivas sobre amor e responsabilidade, passado e presente, nação e família, lealdade e traição.

Terra Sonâmbula – Mia Couto – Um ônibus incendiado em uma estrada poeirenta serve de abrigo ao velho Tuahir e ao menino Muidinga, em fuga da guerra civil devastadora que grassa por toda parte em Moçambique. Como se sabe, depois de dez anos de guerra anticolonial (1965-1975), o país do sudeste africano viu-se às voltas com um longo e sangrento conflito interno que se estendeu de 1976 a 1992.
O veículo está cheio de corpos carbonizados. Mas há também um outro corpo à beira da estrada, junto a uma mala que abriga os “cadernos de Kindzu”, o longo diário do morto
em questão. A partir daí, duas histórias são narradas paralelamente: a viagem de Tuahir e Muidinga e, em flashback,o percurso de Kindzu em busca dos naparamas, guerreiros tradicionais, abençoados pelos feiticeiros, que são, aos olhos do garoto, a única esperança contra os senhores da guerra.

O filho de mil homens – Valter Hugo Mãe – Com vontade imensa de ser pai, o pescador Crisóstomo, um homem de quarenta anos, conhece o órfão Camilo, que um dia aparece em sua traineira. Ao redor dos dois, outros personagens testemunham a invenção e  resenha logoconstrução de uma família em vinte capítulos. Valter Hugo Mãe, ao falar de uma aldeia rural e dos sonhos anulados de quem vive nela, atravessa temas como solidão, preconceitos, vontades reprimidas, amor e compaixão.

Confira também: Jeniffer GeraldineJeniffer Geraldine, Um café com Luke, Ponto para ler, Amante dos livros e Plataforma Três Quartos

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{CohecendoClarice} Novos vídeos sobre a obra

Oi pessoal! Como comentei aqui fiquei sem computador um tempinho, essa semana coloquei no canal alguns vídeos sobre a obra de Clarice que eu já tinha comentado aqui no blog na Maratona Clarice. Agora você pode conferir as resenhas em vídeo:

Lembrando que na sexta eu vou terminar os vídeos sobre a biografia Clarice, de Benjamin Moser. Já foram ao ar 4 vídeos, que você pode conferir na playlist do projeto Conhecendo Clarice.

E não deixe de participar do sorteio desse super kit! Confira as regras clicando aqui.

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{news} Eu li notícias literárias da semana

Os clássicos da literatura universal que foram adaptados por Clarice Lispector
Obras, como o recém-lançado ‘Tom Jones’ de Henry Fielding, são voltadas para jovens. Fonte: O Globo. Continue lendo

Começou o projeto #ConhecendoClarice

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Gisele Mirabai é a vencedora da primeira edição de Prêmio literário da Amazon
‘Machamba’, romance vencedor do Prêmio Kindle de Literatura, foi recusado por grandes editoras e agora será lançado pela Nova Fronteira. Fonte: Estadão. Continue lendo
Conheça polêmica por trás do prêmio

Jovem monta biblioteca pública em praia de Vila Velha, ES
Suzana Braga vai à orla da Praia da Costa nas manhãs de terças e quintas. Ela disse que queria oferecer alternativas gratuitas de leitura às pessoas. Fonte: G1. Continue lendo

Morre o editor de quadrinhos Toninho Mendes, criador da revista ‘Chiclete com Banana’
Com a editora Circo Editorial, Toninho Mendes ajudou a impulsionar a carreira de nomes dos quadrinhos como Glauco, Angeli e Laerte. Fonte: Estadão. Continue lendo

Morre William Peter Blatty, autor de ‘O exorcista’, aos 89 anos
Notícia foi divulgada pelo diretor da famosa adaptação para o cinema. Fonte: O Globo. Continue lendo

Novos clubes surgem com promessa de livros de qualidade para crianças
Serviços de assinatura oferecem programas específicos para cada faixa etária. Fonte: O Globo. Continue lendo

Livro badalado da camaronesa Imbolo Mbue observa famílias durante crise financeira
Romance explora a vida de duas famílias, uma camaronesa e outra americana, durante a crise financeira de 2008. Fonte: Estadão. Continue lendo

Venda do livro ‘Dois irmãos’ dispara após anúncio da minissérie na TV
Obra que antes vendia 60 unidades por semana agora vende mais de mil. Fonte: O Globo. Continue lendo

Série de TV baseada em O Nevoeiro terá final diferente do livro e do filme
Segundo o TV GUde, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no fime. Fonte: Cine Pop. Continue lendo